Parabéns a todos os que ao longo destes 117 anos tornaram o Futebol Clube do Porto no melhor e mais prestigiado clube de Portugal28 de setembro de 2010
F.C. Porto 117 anos
Parabéns a todos os que ao longo destes 117 anos tornaram o Futebol Clube do Porto no melhor e mais prestigiado clube de Portugal26 de setembro de 2010
Osvaldo Cambalacho
Osvaldo Marques Cambalacho nasceu no dia 12 de Setembro de 1924 no Seixal.
Foi no clube da sua terra natal que iniciou a carreira de futebolista.
Na temporada de 1952/53 ingressou no Futebol Clube do Porto.
A estreia com a camisola azul e branca teve lugar no Campo da Amorosa em Guimarães, onde o F.C. Porto derrotou o Vitória Sport Clube por 1-0, uma partida disputada no dia 28 de Setembro de 1952 e que contou para a 1ª jornada do Campeonato Nacional da época de 1952/53.
Mas foi já com o técnico Dorival Yustrich no comando dos portistas que Cambalacho ganhou um lugar na defesa, depois do treinador brasileiro dispensar o até então titular Ângelo Carvalho.
Na temporada de 1955/56 e 16 anos mais tarde, o F.C. Porto voltou a vencer o Campeonato Nacional. Osvaldo Cambalacho foi um dos três jogadores portistas totalistas nesse campeonato ao alinhar em todos os 26 jogos. Ainda nessa época o F.C. Porto venceu a sua primeira Taça de Portugal.
Foi também na temporada de 1956/57 que os portistas jogaram pela primeira vez nas competições europeias e Osvaldo Cambalacho foi um dos jogadores titulares da equipa que defrontou os espanhois do Athletic Club Bilbao na 1ª eliminatória da Taça dos Clubes Campeões Europeus.
Na temporada seguinte venceu a Taça Associação de Futebol do Porto.
Em 1957/58 repetiu a vitória na Taça Associação de Futebol do Porto e conquistou de novo a Taça de Portugal. No Campeonato Nacional disputou apenas 4 partidas e no fim da época colocou um ponto final na sua carreira.
Osvaldo Cambalacho que foi um dos melhores defesas esquerdos que já passaram pelo F.C. Porto, vestiu a camisola dos Dragões durante 6 temporadas. disputou 75 partidas e conquistou 5 Títulos.
Passou depois a treinador tendo passado pelo Boavista F.C. em 1966 onde garantiu a subida à 1ª Divisão pelo clube do Bessa.
Foi no clube da sua terra natal que iniciou a carreira de futebolista.
Na temporada de 1952/53 ingressou no Futebol Clube do Porto.
A estreia com a camisola azul e branca teve lugar no Campo da Amorosa em Guimarães, onde o F.C. Porto derrotou o Vitória Sport Clube por 1-0, uma partida disputada no dia 28 de Setembro de 1952 e que contou para a 1ª jornada do Campeonato Nacional da época de 1952/53.
Mas foi já com o técnico Dorival Yustrich no comando dos portistas que Cambalacho ganhou um lugar na defesa, depois do treinador brasileiro dispensar o até então titular Ângelo Carvalho.
Na temporada de 1955/56 e 16 anos mais tarde, o F.C. Porto voltou a vencer o Campeonato Nacional. Osvaldo Cambalacho foi um dos três jogadores portistas totalistas nesse campeonato ao alinhar em todos os 26 jogos. Ainda nessa época o F.C. Porto venceu a sua primeira Taça de Portugal.
Foi também na temporada de 1956/57 que os portistas jogaram pela primeira vez nas competições europeias e Osvaldo Cambalacho foi um dos jogadores titulares da equipa que defrontou os espanhois do Athletic Club Bilbao na 1ª eliminatória da Taça dos Clubes Campeões Europeus.
Na temporada seguinte venceu a Taça Associação de Futebol do Porto.
Em 1957/58 repetiu a vitória na Taça Associação de Futebol do Porto e conquistou de novo a Taça de Portugal. No Campeonato Nacional disputou apenas 4 partidas e no fim da época colocou um ponto final na sua carreira.
Osvaldo Cambalacho que foi um dos melhores defesas esquerdos que já passaram pelo F.C. Porto, vestiu a camisola dos Dragões durante 6 temporadas. disputou 75 partidas e conquistou 5 Títulos.
Passou depois a treinador tendo passado pelo Boavista F.C. em 1966 onde garantiu a subida à 1ª Divisão pelo clube do Bessa.
Palmarés
1 Campeonato Nacional da 1ª Divisão (Portugal)
2 Taças de Portugal
2 Taças Associação de Futebol do Porto
19 de setembro de 2010
Seninho
Arsénio Rodrigues Jardim (Seninho), nasceu no dia 1 de Julho de 1949 em Sá da Bandeira, Angola.
Começou por jogar futebol nos escalões de formação do F.C. Lubango, depois passou pelo Clube Ferroviário de Luanda onde começou a dar nas vistas e onde despertou o interesse do Futebol Clube do Porto que no verão do ano de 1969 estava em terras Angolanas, os responsaveis portistas tiveram a oportunidade de ver Seninho e logo trataram de o trazer para as Antas.
No dia 17 de Agosto de 1969, Seninho chegava à cidade do Porto para ingressar nos azuis e brancos.
A sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 14 de Setembro de 1969 no Estádio das Antas, Seninho começou no banco de suplentes mas entrou aos 72 minutos para o lugar de Chico Gordo, numa partida contra a Académica de Coimbra que contava para a 2ª jornada do Campeonato Nacional de 1969/0 e que terminou com um empate 3-3.
Em 1972 foi obrigado a cumprir o serviço militar que o fez voltar a Angola para a guerra ultramarina. Em terras angolanas continuou a jogar futebol no F.C. Moxico, tendo se sagrado Campeão de Angola em 1972/73. com o terminar da guerra regressa a Portugal.
Em 1974 regressou a Portugal e ao F.C. Porto. Voltou a vestir a camisola azul e branca no dia 23 de Outubro de 1974 no Estádio San Paolo em Nápoles onde os portistas defrontaram os italianos no jogo da 1ª mão da 2ª eliminatória da Taça UEFA de 1974/75.
Seninho venceu a Taça de Portugal em 1976/77 depois da vitória na final sobre o S.C. Braga por 1-0, com a curiosidade do jogo ter sido disputado no Estádio das Antas.
Na temporada seguinte e 19 anos depois, o F.C. Porto sagra-se Campeão Nacional, com Seninho a alinhar em 28 partidas e a marcar 5 golos.
Mas foi na Taça dos Vencedores das Taças de 1977/78 que Seninho brilhou e ainda hoje é recordado por muitos adeptos. Em causa estava a 2ª eliminatória contra o já poderoso Manchester United F.C., No jogo da primeira-mão, realizado no dia 19 de Outubro de 1977, o estádio das Antas assistiu a uma das mais brilhantes exibições dos Dragões, com o resultado final a ser uma vitória por 4-0 sobre os ingleses. Na 2ª mão em Old Trafford os ingleses dominaram por completo e marcaram 5 golos, mas não chegaram para seguir em frente porque Seninho com a sua velocidade marcou por duas vezes e colocou o F.C. Porto na eliminatória seguinte. Nas bancadas estavam dois técnicos do N.Y. Cosmos dos Estados Unidos com o objectivo de observar a maior estrela dos portistas na altura, que era António Oliveira, mas acabaram por ficar fascinados com Seninho que contrataram por 20 mil contos.
enquanto jogador do F.C. Porto, Seninho conquistou 2 Títulos. Disputou 149 jogos oficiais e marcou 34 golos. Foi ainda internacional por 4 vezes.
No N.Y. Cosmos, Seninho permaneceu durante cinco anos, tendo vencido o North American Soccer League por 3 vezes (1978,1980 e 1982). Em 1983 transferiu-se para o Chicago Sting para jogar mais dois anos e onde voltou a conquistar o Campeonato Norte-Americano em 1984, ano em que terminou a sua carreirade futebolista, mais precisamente no dia 3 de Outubro.
Começou por jogar futebol nos escalões de formação do F.C. Lubango, depois passou pelo Clube Ferroviário de Luanda onde começou a dar nas vistas e onde despertou o interesse do Futebol Clube do Porto que no verão do ano de 1969 estava em terras Angolanas, os responsaveis portistas tiveram a oportunidade de ver Seninho e logo trataram de o trazer para as Antas.
No dia 17 de Agosto de 1969, Seninho chegava à cidade do Porto para ingressar nos azuis e brancos.
A sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 14 de Setembro de 1969 no Estádio das Antas, Seninho começou no banco de suplentes mas entrou aos 72 minutos para o lugar de Chico Gordo, numa partida contra a Académica de Coimbra que contava para a 2ª jornada do Campeonato Nacional de 1969/0 e que terminou com um empate 3-3.
Em 1972 foi obrigado a cumprir o serviço militar que o fez voltar a Angola para a guerra ultramarina. Em terras angolanas continuou a jogar futebol no F.C. Moxico, tendo se sagrado Campeão de Angola em 1972/73. com o terminar da guerra regressa a Portugal.
Em 1974 regressou a Portugal e ao F.C. Porto. Voltou a vestir a camisola azul e branca no dia 23 de Outubro de 1974 no Estádio San Paolo em Nápoles onde os portistas defrontaram os italianos no jogo da 1ª mão da 2ª eliminatória da Taça UEFA de 1974/75.
Seninho venceu a Taça de Portugal em 1976/77 depois da vitória na final sobre o S.C. Braga por 1-0, com a curiosidade do jogo ter sido disputado no Estádio das Antas.
Na temporada seguinte e 19 anos depois, o F.C. Porto sagra-se Campeão Nacional, com Seninho a alinhar em 28 partidas e a marcar 5 golos.
Mas foi na Taça dos Vencedores das Taças de 1977/78 que Seninho brilhou e ainda hoje é recordado por muitos adeptos. Em causa estava a 2ª eliminatória contra o já poderoso Manchester United F.C., No jogo da primeira-mão, realizado no dia 19 de Outubro de 1977, o estádio das Antas assistiu a uma das mais brilhantes exibições dos Dragões, com o resultado final a ser uma vitória por 4-0 sobre os ingleses. Na 2ª mão em Old Trafford os ingleses dominaram por completo e marcaram 5 golos, mas não chegaram para seguir em frente porque Seninho com a sua velocidade marcou por duas vezes e colocou o F.C. Porto na eliminatória seguinte. Nas bancadas estavam dois técnicos do N.Y. Cosmos dos Estados Unidos com o objectivo de observar a maior estrela dos portistas na altura, que era António Oliveira, mas acabaram por ficar fascinados com Seninho que contrataram por 20 mil contos.
enquanto jogador do F.C. Porto, Seninho conquistou 2 Títulos. Disputou 149 jogos oficiais e marcou 34 golos. Foi ainda internacional por 4 vezes.
No N.Y. Cosmos, Seninho permaneceu durante cinco anos, tendo vencido o North American Soccer League por 3 vezes (1978,1980 e 1982). Em 1983 transferiu-se para o Chicago Sting para jogar mais dois anos e onde voltou a conquistar o Campeonato Norte-Americano em 1984, ano em que terminou a sua carreirade futebolista, mais precisamente no dia 3 de Outubro.
Palmarés
1 Campeonato Nacional da 1ª Divisão (Portugal)
1 Taça de Portugal
4 Campeonatos dos EUA
1 Campeonato de Angola
12 de setembro de 2010
Urgel Horta
Urgel Julio Horta nasceu no dia 17 de Junho de 1896 em Felgar, Torre de Moncorvo.
Foi o 14º Presidente do Futebol Clube do Porto.
Formado em medicina pela Universidade do Porto, especializado em oftalmologia e autor de várias obras literárias.
Foi presidente dos Dragões em dois períodos: 1928/1929 e em 1951/1954.
Foi durante o seu primeiro mandato que o F.C. Porto se tornou Instituição de Utilidade Pública a 13 de Março de 1928.
Na sua segunda passagem pela presidência do clube foi inaugurado o Estádio das Antas no dia 28 de Maio de 1952, o mesmo dia em que o clube foi honrado com a visita do Chefe de Estado, general Craveiro Lopes, que colocou no estandarte do clube a Medalha de Mérito Desportivo que só fora até então atribuída aos componentes da equipa Nacional de hóquei em patins que conquistaram títulos mundiais.
Foi o 14º Presidente do Futebol Clube do Porto.
Formado em medicina pela Universidade do Porto, especializado em oftalmologia e autor de várias obras literárias.
Foi presidente dos Dragões em dois períodos: 1928/1929 e em 1951/1954.
Foi durante o seu primeiro mandato que o F.C. Porto se tornou Instituição de Utilidade Pública a 13 de Março de 1928.
Na sua segunda passagem pela presidência do clube foi inaugurado o Estádio das Antas no dia 28 de Maio de 1952, o mesmo dia em que o clube foi honrado com a visita do Chefe de Estado, general Craveiro Lopes, que colocou no estandarte do clube a Medalha de Mérito Desportivo que só fora até então atribuída aos componentes da equipa Nacional de hóquei em patins que conquistaram títulos mundiais.
5 de setembro de 2010
Bruno Alves
Bruno Eduardo Regufe Alves nasceu no dia 27 de Novembro de 1981 na Póvoa de Varzim.
Bruno Alves começou a jogar futebol nas camadas jovens do Varzim S.C. e manteve-se no clube poveiro até ao final da época de 1998/99.
No início da temporada de 1999/00 ingressou no Futebol Clube do Porto.
Durante três temporadas esteve na equipa B dos Dragões, tendo depois sido emprestado ao S.C. Farense, V. Guimarães e AEK de Atenas.
Na temporada de 2005/06 já fez parte do plantel portista comandado por Co Adriaanse.
A sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 18 de Setembro de 2005 no Estádio Municipal de Braga onde os portistas empataram 0-0 contra os bracarenses, num jogo a contar para a 4ª jornada do Campeonato Nacional de 2005/06.
Logo na primeira época de Dragão ao peito, Bruno Alves sagrou-se Campeão Nacional pela primeira vez. Á vitória no campeonato juntou ainda a conquista da Taça de Portugal.
Na temporada seguinte e com a chegada de Jesualdo Ferreira, Bruno Alves começou a ser um dos esteios da equipa e termina a época a vencer, tal como tinha iniciado, com a Supertaça Cândido de Oliveira a anteceder ao Bi-Campeonato.
Em 2007/08 foi o jogador do plantel com mais minutos no campeonato, em que o F.C. Porto se sagrou Tri-Campeão.
Nova temporada com a camisola dos Dragões e mais uma vez foi o mais utilizado pelo treinador. No fim da época conquista o Tetra-Campeonato.
2009/10 Começou a vencer, a Supertaça Cândido de Oliveira e terminou também a vencer a Taça de Portugal.
No início da temporada de 2010/11 ainda participou na apresentação dos Dragões aos sócios, mas acabou por deixar o F.C. Porto poucos dias depois. De Dragão ao peito jogou durante 5 temporadas, conquistou 9 Títulos, disputou 174 partidas oficiais e marcou 17 golos.
Em Agosto de 2011 foi contratado pelo F.C. Zenit St. Petersburg. No clube russo venceu 2 campeonatos russos, a Taça da Rússia e uma Supertaça da Rússia. Em 2013/14 rumou à Turquia para ingressar no Fenerbahçe S.K. tendo-se sagrado campeão da Turquia nessa mesma temporada ao que juntou a conquista da Supertaça turca na temporada seguinte. Em 2016/17 viajou para Itália onde defendeu as cores do Cagliari. Na temporada de 2017/18 juntou-se aos escoceses do Rangers F.C.. Na temporada seguinte regressou a Itália para jogar no Parma.
Bruno Alves vestiu também a camisola da Selecção Nacional por 96 vezes e marcou 11 golos. esteve presente nos Jogos Olímpicos de Atenas de 2004, nos Campeonatos da Europa de Futebol de 2008, 2012 e 2016, este ultimo disputado em França e onde Portugal se sagrou Campeão da Europa. Esteve ainda nos Campeonatos do Mundo de Futebol de 2010, 2014 e 2018 e na Taça das confederações de 2017.
Bruno Alves começou a jogar futebol nas camadas jovens do Varzim S.C. e manteve-se no clube poveiro até ao final da época de 1998/99.
No início da temporada de 1999/00 ingressou no Futebol Clube do Porto.
Durante três temporadas esteve na equipa B dos Dragões, tendo depois sido emprestado ao S.C. Farense, V. Guimarães e AEK de Atenas.
Na temporada de 2005/06 já fez parte do plantel portista comandado por Co Adriaanse.
A sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 18 de Setembro de 2005 no Estádio Municipal de Braga onde os portistas empataram 0-0 contra os bracarenses, num jogo a contar para a 4ª jornada do Campeonato Nacional de 2005/06.
Logo na primeira época de Dragão ao peito, Bruno Alves sagrou-se Campeão Nacional pela primeira vez. Á vitória no campeonato juntou ainda a conquista da Taça de Portugal.
Na temporada seguinte e com a chegada de Jesualdo Ferreira, Bruno Alves começou a ser um dos esteios da equipa e termina a época a vencer, tal como tinha iniciado, com a Supertaça Cândido de Oliveira a anteceder ao Bi-Campeonato.
Em 2007/08 foi o jogador do plantel com mais minutos no campeonato, em que o F.C. Porto se sagrou Tri-Campeão.
Nova temporada com a camisola dos Dragões e mais uma vez foi o mais utilizado pelo treinador. No fim da época conquista o Tetra-Campeonato.
2009/10 Começou a vencer, a Supertaça Cândido de Oliveira e terminou também a vencer a Taça de Portugal.
No início da temporada de 2010/11 ainda participou na apresentação dos Dragões aos sócios, mas acabou por deixar o F.C. Porto poucos dias depois. De Dragão ao peito jogou durante 5 temporadas, conquistou 9 Títulos, disputou 174 partidas oficiais e marcou 17 golos.
Em Agosto de 2011 foi contratado pelo F.C. Zenit St. Petersburg. No clube russo venceu 2 campeonatos russos, a Taça da Rússia e uma Supertaça da Rússia. Em 2013/14 rumou à Turquia para ingressar no Fenerbahçe S.K. tendo-se sagrado campeão da Turquia nessa mesma temporada ao que juntou a conquista da Supertaça turca na temporada seguinte. Em 2016/17 viajou para Itália onde defendeu as cores do Cagliari. Na temporada de 2017/18 juntou-se aos escoceses do Rangers F.C.. Na temporada seguinte regressou a Itália para jogar no Parma.
Bruno Alves vestiu também a camisola da Selecção Nacional por 96 vezes e marcou 11 golos. esteve presente nos Jogos Olímpicos de Atenas de 2004, nos Campeonatos da Europa de Futebol de 2008, 2012 e 2016, este ultimo disputado em França e onde Portugal se sagrou Campeão da Europa. Esteve ainda nos Campeonatos do Mundo de Futebol de 2010, 2014 e 2018 e na Taça das confederações de 2017.
Palmarés
1 Campeonato da Europa Selecções (Portugal)
4 Campeonatos Nacionais da 1ª Divisão (Portugal)
2 Campeonato da Russia
1 Campeonato da Turquia
2 Taças de Portugal
1 Taça da Russia
2 Supertaças Cândido de Oliveira
1 Supertaça da Russia
1 Supertaça da Turquia
23 de agosto de 2010
Rui
Rui Fernando de Sousa Teixeira nasceu no dia 27 de Setembro de 1942 na Mealhada.
Deu início à sua carreira no mundo do futebol nas camadas jovens do clube da sua terra natal e depois de um curta passagem pelo C.F. Belenenses, chega no ano de 1958 aos juniores do Futebol Clube do Porto.
Começa desde logo a brilhar na baliza dos jovens Dragões e isso valeu-lhe a chamada à Selecção Nacional de juniores que em 1960 participou no Torneio Internacional da UEFA na Áustria. Em 1961 e ainda na Selecção júnior, desta vez treinada por José Maria Pedroto, Rui disputou o Campeonato Europeu que teve lugar em Lisboa e onde alcançou a vitória no torneio.
Assim não foi de estranhar que na temporada de 1961/62 e com apenas 19 anos, fizesse parte do plantel principal, mas onde encontrou a concorrência de Américo e raramente saiu do banco de suplentes.
a sua estreia na baliza da equipa principal dos Dragões aconteceu no dia 26 de Novembro de 1961 no Campo da Avenida em Espinho onde os portistas venceram o S.C. Espinho por 6-1, num jogo a contar para a 1ª mão da 1ª eliminatória da Taça de Portugal de 1961/62.
Só em 1964/65 é que o jovem guarda-redes começou a jogar com regularidade e dividiu a titularidade da baliza portista com Américo. Mas na temporada seguinte voltou ao banco de suplentes e apenas na temporada de 1969/70 é que foi novamente titular, mas isso não foi motivo para recordar durante muito tempo já que essa época o F.C. Porto utilizou mais 4 guarda-redes e terminou o campeonato em 9º lugar.
Na temporada de 1970/71 e com Tommy Docherty a treinador, Rui continuou a ser o dono da baliza o que aconteceu durante mais duas temporadas.
Em 1973/74 e com a chegada do técnico Bella Guttman, foi mais uma vez relegado para o banco de suplentes e teve que medir forças com Tibi.
1976 foi o ano do regresso de José Maria Pedroto ao F.C. Porto e também o de Rui ao banco de suplentes.
Rui ainda representou os Dragões durante a temporada de 1977/78, onde disputou 1 jogo. O que lhe possibilitou sagrar-se Campeão Nacional, tendo terminado a sua carreira no final dessa época.
Nas 17 temporadas que representou, como sénior, o F.C. Porto, Rui conquistou 1 Campeonato Nacional, venceu 2 Taças de Portugal em 1967/68 e 1976/77, assim como 5 Taças Associação de Futebol do Porto (1961/62, 1962/63, 1963/64, 1964/65 e 1965/66). Participou em 181 partidas oficiais.
Continua a fazer parte da estrutura do F.C. Porto como treinador de guarda-redes, onde já integrou várias equipas técnicas em diferentes escalões da formação azul e branca.
Deu início à sua carreira no mundo do futebol nas camadas jovens do clube da sua terra natal e depois de um curta passagem pelo C.F. Belenenses, chega no ano de 1958 aos juniores do Futebol Clube do Porto.
Começa desde logo a brilhar na baliza dos jovens Dragões e isso valeu-lhe a chamada à Selecção Nacional de juniores que em 1960 participou no Torneio Internacional da UEFA na Áustria. Em 1961 e ainda na Selecção júnior, desta vez treinada por José Maria Pedroto, Rui disputou o Campeonato Europeu que teve lugar em Lisboa e onde alcançou a vitória no torneio.
Assim não foi de estranhar que na temporada de 1961/62 e com apenas 19 anos, fizesse parte do plantel principal, mas onde encontrou a concorrência de Américo e raramente saiu do banco de suplentes.
a sua estreia na baliza da equipa principal dos Dragões aconteceu no dia 26 de Novembro de 1961 no Campo da Avenida em Espinho onde os portistas venceram o S.C. Espinho por 6-1, num jogo a contar para a 1ª mão da 1ª eliminatória da Taça de Portugal de 1961/62.
Só em 1964/65 é que o jovem guarda-redes começou a jogar com regularidade e dividiu a titularidade da baliza portista com Américo. Mas na temporada seguinte voltou ao banco de suplentes e apenas na temporada de 1969/70 é que foi novamente titular, mas isso não foi motivo para recordar durante muito tempo já que essa época o F.C. Porto utilizou mais 4 guarda-redes e terminou o campeonato em 9º lugar.
Na temporada de 1970/71 e com Tommy Docherty a treinador, Rui continuou a ser o dono da baliza o que aconteceu durante mais duas temporadas.
Em 1973/74 e com a chegada do técnico Bella Guttman, foi mais uma vez relegado para o banco de suplentes e teve que medir forças com Tibi.
1976 foi o ano do regresso de José Maria Pedroto ao F.C. Porto e também o de Rui ao banco de suplentes.
Rui ainda representou os Dragões durante a temporada de 1977/78, onde disputou 1 jogo. O que lhe possibilitou sagrar-se Campeão Nacional, tendo terminado a sua carreira no final dessa época.
Nas 17 temporadas que representou, como sénior, o F.C. Porto, Rui conquistou 1 Campeonato Nacional, venceu 2 Taças de Portugal em 1967/68 e 1976/77, assim como 5 Taças Associação de Futebol do Porto (1961/62, 1962/63, 1963/64, 1964/65 e 1965/66). Participou em 181 partidas oficiais.
Continua a fazer parte da estrutura do F.C. Porto como treinador de guarda-redes, onde já integrou várias equipas técnicas em diferentes escalões da formação azul e branca.
Palmarés
1 Campeonato Nacional da 1ª Divisão (Portugal)
2 Taças de Portugal
5 Taças Associação de Futebol do Porto
8 de agosto de 2010
Jesualdo Ferreira
Manuel Jesualdo Ferreira nasceu no dia 24 de Maio de 1946 em Mirandela.
Quando jovem, estudou em Chaves onde jogou nos juniores da equipa local. Mudou-se depois para Lisboa onde terminou o curso de Desporto.
Deu início à carreira de treinador em 1981/82 no União Desportiva de Rio Maior. Passou depois pelo S.C. União Torreense, Académica Coimbra, Atlético C.P., Silves F.C., C.F. Estrela da Amadora, até chegar ao S.L. Benfica onde nas temporadas de 1987/88, 1988/89, 1992/93 e 1993/94 foi treinador adjunto. Em 1994/95 aventurou-se no estrangeiro e viajou para França onde comandou o F.C. Bordeaux. Na temporada seguinte rumou a Marrocos para orientar o Association des Forces Armées Royales Rabat. No ano de 1997 regressou a Portugal para treinar a Selecção Nacional de sub-21, lugar que ocupou até 2000. Em 2000/01 tomou conta do F.C. Alverca, para na temporada seguinte voltar ao S.L. Benfica mas desta vez como técnico principal. Saiu do clube de Lisboa depois de eliminação na Taça de Portugal aos pés do Gondomar S.C. em pleno estádio da Luz. S.C. Braga foi o destino seguinte de Jesualdo Ferreira, clube que treinou durante três épocas e onde conheceu algum sucesso a nível nacional.
Em 2006/07 foi contratado pelo Futebol Clube do Porto.
Chegou ao Estádio do Dragão poucos dias antes do início do campeonato mas isso não o impediu de no final da temporada se sagrar Campeão Nacional.
Na temporada seguinte volta a vencer o Campeonato Nacional.
Em 2008/09 conquista a Taça de Portugal ao derrotar na final o F.C. Paços de Ferreira por 1-0 e ganha de novo o Campeonato Nacional.
Na época de 2009/10 começa por vencer a Supertaça Cândido de Oliveira e termina ao conquista a Taça de Portugal depois de ver a sua equipa a triunfar sobre o G.D. Chaves por 1-0 na final no Estádio do Jamor.
Nos Dragões manteve-se durante 4 temporadas. Venceu 3 Campeonatos Nacionais, 2 Taças de Portugal e 1 Supertaça Cândido de Oliveira. Tornou-se assim o primeiro treinador português a vencer três Campeonatos Nacionais consecutivos.
Os sucessos alcançados enquanto técnico do F.C. Porto valeram-lhe ainda vários prémios individuais, tais como a medalha de ouro da Autarquia de Mirandela em 2007. O Globo de Ouro para treinador do ano de 2008 e o prémio C.N.I.D. de melhor treinador no ano de 2009.
Em 2010/11 rumou a Espanha para assumir o comando técnico do Málaga C.F., no entanto a sua passagem por terras espanholas não correu da melhor forma e foi dispensado ainda antes do meio da temporada, mas ficou pouco tempo no desemprego já que poucos dias depois assumiu o comando do Panathinaikos A.O. da Grécia até ser dispensado em Novembro de 2012. Ainda em 2012, regressou a Portugal para passar a ser o Coordenador Técnico de todo o futebol do Sporting C.P., dias depois ocupou o cargo de treinador do clube leonino. Em 2013/14 regressa ao S.C. Braga mas apenas se manteve no clube bracarense até Fevereiro de 2014. Rumou depois ao Egipto para comandar o Zamalek S.C., levando o clube do Cairo a sagrar-se Campeão do Egipto e vencedor da Taça do Egipto da temporada 2014/15. No final do ano de 2015 deixou o clube do Cairo para ingressar no Al-Sadd S.C. do Catar, onde conquistou a Supertaça e a Taça do Catar em 2016/17 e sagrou-se Campeão ao vencer o Campeonato do Catar de 2018/19, acabando por deixar o o clube de Doha no final dessa temporada. Em Dezembro de 2019 abraçou uma nova aventura e partiu em direcção ao Brasil para assumir o comando técnico do Santos F.C.
Quando jovem, estudou em Chaves onde jogou nos juniores da equipa local. Mudou-se depois para Lisboa onde terminou o curso de Desporto.
Deu início à carreira de treinador em 1981/82 no União Desportiva de Rio Maior. Passou depois pelo S.C. União Torreense, Académica Coimbra, Atlético C.P., Silves F.C., C.F. Estrela da Amadora, até chegar ao S.L. Benfica onde nas temporadas de 1987/88, 1988/89, 1992/93 e 1993/94 foi treinador adjunto. Em 1994/95 aventurou-se no estrangeiro e viajou para França onde comandou o F.C. Bordeaux. Na temporada seguinte rumou a Marrocos para orientar o Association des Forces Armées Royales Rabat. No ano de 1997 regressou a Portugal para treinar a Selecção Nacional de sub-21, lugar que ocupou até 2000. Em 2000/01 tomou conta do F.C. Alverca, para na temporada seguinte voltar ao S.L. Benfica mas desta vez como técnico principal. Saiu do clube de Lisboa depois de eliminação na Taça de Portugal aos pés do Gondomar S.C. em pleno estádio da Luz. S.C. Braga foi o destino seguinte de Jesualdo Ferreira, clube que treinou durante três épocas e onde conheceu algum sucesso a nível nacional.
Em 2006/07 foi contratado pelo Futebol Clube do Porto.
Chegou ao Estádio do Dragão poucos dias antes do início do campeonato mas isso não o impediu de no final da temporada se sagrar Campeão Nacional.
Na temporada seguinte volta a vencer o Campeonato Nacional.
Em 2008/09 conquista a Taça de Portugal ao derrotar na final o F.C. Paços de Ferreira por 1-0 e ganha de novo o Campeonato Nacional.
Na época de 2009/10 começa por vencer a Supertaça Cândido de Oliveira e termina ao conquista a Taça de Portugal depois de ver a sua equipa a triunfar sobre o G.D. Chaves por 1-0 na final no Estádio do Jamor.
Nos Dragões manteve-se durante 4 temporadas. Venceu 3 Campeonatos Nacionais, 2 Taças de Portugal e 1 Supertaça Cândido de Oliveira. Tornou-se assim o primeiro treinador português a vencer três Campeonatos Nacionais consecutivos.
Os sucessos alcançados enquanto técnico do F.C. Porto valeram-lhe ainda vários prémios individuais, tais como a medalha de ouro da Autarquia de Mirandela em 2007. O Globo de Ouro para treinador do ano de 2008 e o prémio C.N.I.D. de melhor treinador no ano de 2009.
Em 2010/11 rumou a Espanha para assumir o comando técnico do Málaga C.F., no entanto a sua passagem por terras espanholas não correu da melhor forma e foi dispensado ainda antes do meio da temporada, mas ficou pouco tempo no desemprego já que poucos dias depois assumiu o comando do Panathinaikos A.O. da Grécia até ser dispensado em Novembro de 2012. Ainda em 2012, regressou a Portugal para passar a ser o Coordenador Técnico de todo o futebol do Sporting C.P., dias depois ocupou o cargo de treinador do clube leonino. Em 2013/14 regressa ao S.C. Braga mas apenas se manteve no clube bracarense até Fevereiro de 2014. Rumou depois ao Egipto para comandar o Zamalek S.C., levando o clube do Cairo a sagrar-se Campeão do Egipto e vencedor da Taça do Egipto da temporada 2014/15. No final do ano de 2015 deixou o clube do Cairo para ingressar no Al-Sadd S.C. do Catar, onde conquistou a Supertaça e a Taça do Catar em 2016/17 e sagrou-se Campeão ao vencer o Campeonato do Catar de 2018/19, acabando por deixar o o clube de Doha no final dessa temporada. Em Dezembro de 2019 abraçou uma nova aventura e partiu em direcção ao Brasil para assumir o comando técnico do Santos F.C.
Palmarés
3 Campeonatos Nacionais da 1ª Divisão (Portugal)
1 Campeonato do Egito
1 Campeonato do Catar
2 Taças de Portugal
1 Taça do Catar
1 Supertaça Cândido de Oliveira
1 Supertaça do Catar
1 de agosto de 2010
Taça Teresa Herrera
O Torneio Teresa Herrera é um dos mais prestigiados e antigos do mundo, A primeira edição foi disputada em 1946 e teve como vencedor a equipa do Sevilha F.C.
A origem do torneio, criado pela Câmara de Corunha, foi com o objectivo de obter fundos para o Hospital Dolores, que tinha sido fundado no final do século XVIII por Teresa Margarita Herrera y Posada.
Ao longo dos anos da sua existência, o torneio tem sido disputado por grandes clubes mundiais, como o F.C. Barcelona, C.A. Peñarol, Manchester United F.C. , F.C. Bayern de Munique, Fluminense F.C., entre outros.
O Futebol Clube do Porto já teve a honra de participar no torneio por seis vezes e conquistou o troféu em 1991.
Os Dragões foram o primeiro clube português a participar na prova em 1948. Nesse ano apenas se realizou um jogo, foi contra o F.C. Barcelona e os espanhóis venceram por 2-1.
Em 1964 o F.C. Porto voltou à Galiza juntamente com o Sporting C.P., A.S. Roma e R.C. Deportivo da Coruña, e mais uma vez a formação espanhola levou a melhor com uma vitória por 2-0.
Em 1980 os restantes convidados foram o R.S. Gijón, Real Madrid F.C. e C.R. Flamengo. Desta vez os carrascos foram os madrilistas que ganharam por 2-1.
Em 1985 o F.C. Porto foi mais uma vez convidado juntamente com o Atlético de Madrid, Real Madrid F.C. e C.R. Flamengo. Os portistas vencem os brasileiros por 1-0 mas depois na final foram derrotados pelo Atlético de Madrid.
Em 1991 já a história foi bem diferente. O F.C. Porto começa por vencer o Real Madrid F.C. por 2-1 e depois na final derrotaram o R.C. Deportivo da Coruña, que tinha vencido o F.C. Ajax, e trouxeram assim a bela taça para a vitrina do estádio das Antas.
A última participação do Futebol Clube do Porto na Torneio Teresa Herrera foi em 1994. R.C. Deportivo da Coruña, U.C. Sampdoria e Real Madrid F.C. foram as equipas. Os Dragões perderam para a equipa da casa por 2-1 e no jogo de atribuição do 3º lugar foram derrotados pelos italianos por idêntico resultado.
O torneio teve desde o seu início a organização a cargo da Câmara de Corunha, a partir de 2000 a organização do evento passou para o R.C. Deportivo da Coruña.
A taça é uma réplica da Torre de Hércules que é o farol mais antigo do mundo ainda a funcionar. É o Monumento nacional espanhol mais antigo e ilustre da região da Galiza e que figura no escudo da Corunha.
A origem do torneio, criado pela Câmara de Corunha, foi com o objectivo de obter fundos para o Hospital Dolores, que tinha sido fundado no final do século XVIII por Teresa Margarita Herrera y Posada.
Ao longo dos anos da sua existência, o torneio tem sido disputado por grandes clubes mundiais, como o F.C. Barcelona, C.A. Peñarol, Manchester United F.C. , F.C. Bayern de Munique, Fluminense F.C., entre outros.
O Futebol Clube do Porto já teve a honra de participar no torneio por seis vezes e conquistou o troféu em 1991.
Os Dragões foram o primeiro clube português a participar na prova em 1948. Nesse ano apenas se realizou um jogo, foi contra o F.C. Barcelona e os espanhóis venceram por 2-1.
Em 1964 o F.C. Porto voltou à Galiza juntamente com o Sporting C.P., A.S. Roma e R.C. Deportivo da Coruña, e mais uma vez a formação espanhola levou a melhor com uma vitória por 2-0.
Em 1980 os restantes convidados foram o R.S. Gijón, Real Madrid F.C. e C.R. Flamengo. Desta vez os carrascos foram os madrilistas que ganharam por 2-1.
Em 1985 o F.C. Porto foi mais uma vez convidado juntamente com o Atlético de Madrid, Real Madrid F.C. e C.R. Flamengo. Os portistas vencem os brasileiros por 1-0 mas depois na final foram derrotados pelo Atlético de Madrid.
Em 1991 já a história foi bem diferente. O F.C. Porto começa por vencer o Real Madrid F.C. por 2-1 e depois na final derrotaram o R.C. Deportivo da Coruña, que tinha vencido o F.C. Ajax, e trouxeram assim a bela taça para a vitrina do estádio das Antas.
A última participação do Futebol Clube do Porto na Torneio Teresa Herrera foi em 1994. R.C. Deportivo da Coruña, U.C. Sampdoria e Real Madrid F.C. foram as equipas. Os Dragões perderam para a equipa da casa por 2-1 e no jogo de atribuição do 3º lugar foram derrotados pelos italianos por idêntico resultado.
O torneio teve desde o seu início a organização a cargo da Câmara de Corunha, a partir de 2000 a organização do evento passou para o R.C. Deportivo da Coruña.
A taça é uma réplica da Torre de Hércules que é o farol mais antigo do mundo ainda a funcionar. É o Monumento nacional espanhol mais antigo e ilustre da região da Galiza e que figura no escudo da Corunha.
11 de julho de 2010
Carlos Alberto
Carlos Alberto Gomes de Jesus nasceu no dia 11 de Dezembro de 1984 no Rio de Janeiro, Brasil.
Começou a destacar-se no mundo do futebol no Fluminense F.C. clube onde se estreou como sénior em 2002, tendo conquistado o Campeonato Carioca de 2002.
A qualidade do seu futebol rapidamente despertou o interesse dos principais clubes europeus e no início de 2004 foi contratado pelo Futebol Clube do Porto.
A sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 17 de Janeiro de 2004 no Estádio Municipal de Braga onde os portistas visitaram e venceram o S.C. Braga por 3-0, num jogo a contar para a 18ª jornada do Campeonato Nacional de 2003/2004.
Na equipa comandada por José Mourinho, Carlos Alberto foi desde o início um dos principais elementos, principalmente na Liga dos Campeões onde foi o autor do primeiro golo na Final de Gelsenkirchen em 2004 em que os portistas venceram o A.S. Mónaco por 3-0 e tornou-se no mais novo jogador de sempre a marcar um golo na final da prova máxima de clubes da UEFA. Ainda nessa temporada de 2003/04, Carlos Alberto sagrou-se Campeão Nacional tendo apontado 1 golo, o único com que o F.C. Porto derrotou o Moreirense F.C. no estádio do Dragão.
A temporada seguinte começou com a conquista da Supertaça Cândido de Oliveira, ganha em Coimbra depois da vitória sobre o S.L. Benfica por 1-0. Em Dezembro de 2004, Carlos Alberto voltou a viver um dos momentos altos da carreira ao vencer a Taça Intercontinental no Japão contra os colombianos do C.D. Once Caldas. Foi assim o culminar de um ano em grande em que Carlos Alberto vestiu a camisola do Futebol Clube do Porto, sendo esse o seu ultimo jogo pelos azuis e brancos.
Carlos Alberto jogou de Dragão ao peito durante o ano de 2004. Conquistou 4 Títulos, disputou 39 jogos oficiais e marcou 5 golos.
Em 2005 ingressou no S.C. Corinthians, onde esteve dois anos e venceu o Campeonato do Brasil de 2005. Em 2007 voltou ao Fluminense F.C. onde venceu a Copa do Brasil o que em parte lhe valeu a transferência de novo para um clube da Europa, o Werder Bremen. No emblema alemão nunca se conseguiu impor e regressou de novo ao Brasil por empréstimo. Primeiro para o São Paulo F.C. depois ingressou no Botafogo F.R. e em 2009 no C.R. Vasco da Gama, tendo vencido o Campeonato Brasileiro Série B. Em 2010 o clube carioca acertou com o Werder Bremen a sua transferência até 2013, mas em 2011 rumou ao Grémio de Porto Alegre por empréstimo. Em 2012 voltou ao C.R. Vasco da Gama. Em 2014 inressou no Goiás S.C. e no mesmo ano transferiu-se para o Botafogo F.R., seguiu-se o Figueirense F.C. em 2015 e 2016 e o Clube Atlético Paranaense em 2017. Em 2019 vestiu a camisola do Boavista S.C., clube onde colocou um ponto final na sua carreira de futebolita.
Carlos Alberto representou também a Selecção do Brasil por 5 vezes.
Começou a destacar-se no mundo do futebol no Fluminense F.C. clube onde se estreou como sénior em 2002, tendo conquistado o Campeonato Carioca de 2002.
A qualidade do seu futebol rapidamente despertou o interesse dos principais clubes europeus e no início de 2004 foi contratado pelo Futebol Clube do Porto.
A sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 17 de Janeiro de 2004 no Estádio Municipal de Braga onde os portistas visitaram e venceram o S.C. Braga por 3-0, num jogo a contar para a 18ª jornada do Campeonato Nacional de 2003/2004.
Na equipa comandada por José Mourinho, Carlos Alberto foi desde o início um dos principais elementos, principalmente na Liga dos Campeões onde foi o autor do primeiro golo na Final de Gelsenkirchen em 2004 em que os portistas venceram o A.S. Mónaco por 3-0 e tornou-se no mais novo jogador de sempre a marcar um golo na final da prova máxima de clubes da UEFA. Ainda nessa temporada de 2003/04, Carlos Alberto sagrou-se Campeão Nacional tendo apontado 1 golo, o único com que o F.C. Porto derrotou o Moreirense F.C. no estádio do Dragão.
A temporada seguinte começou com a conquista da Supertaça Cândido de Oliveira, ganha em Coimbra depois da vitória sobre o S.L. Benfica por 1-0. Em Dezembro de 2004, Carlos Alberto voltou a viver um dos momentos altos da carreira ao vencer a Taça Intercontinental no Japão contra os colombianos do C.D. Once Caldas. Foi assim o culminar de um ano em grande em que Carlos Alberto vestiu a camisola do Futebol Clube do Porto, sendo esse o seu ultimo jogo pelos azuis e brancos.
Carlos Alberto jogou de Dragão ao peito durante o ano de 2004. Conquistou 4 Títulos, disputou 39 jogos oficiais e marcou 5 golos.
Em 2005 ingressou no S.C. Corinthians, onde esteve dois anos e venceu o Campeonato do Brasil de 2005. Em 2007 voltou ao Fluminense F.C. onde venceu a Copa do Brasil o que em parte lhe valeu a transferência de novo para um clube da Europa, o Werder Bremen. No emblema alemão nunca se conseguiu impor e regressou de novo ao Brasil por empréstimo. Primeiro para o São Paulo F.C. depois ingressou no Botafogo F.R. e em 2009 no C.R. Vasco da Gama, tendo vencido o Campeonato Brasileiro Série B. Em 2010 o clube carioca acertou com o Werder Bremen a sua transferência até 2013, mas em 2011 rumou ao Grémio de Porto Alegre por empréstimo. Em 2012 voltou ao C.R. Vasco da Gama. Em 2014 inressou no Goiás S.C. e no mesmo ano transferiu-se para o Botafogo F.R., seguiu-se o Figueirense F.C. em 2015 e 2016 e o Clube Atlético Paranaense em 2017. Em 2019 vestiu a camisola do Boavista S.C., clube onde colocou um ponto final na sua carreira de futebolita.
Carlos Alberto representou também a Selecção do Brasil por 5 vezes.
Palmarés
1 Taça Intercontinental
1 Liga dos Campeões
1 Campeonato Nacional da 1ª Divisão (Portugal)
1 Campeonato do Brasil
1 Campeonato do Brasil Serie B
1 Campeonato Carioca
1 Supertaça Cândido de Oliveira
1 Copa do Brasil
4 de julho de 2010
Valdemar
Valdemar de Barros Pacheco nasceu no dia 26 de Outubro de 1943 em Lordelo, Paredes.
Iniciou-se no mundo do futebol no clube da sua terra, o Aliados Futebol Clube de Lordelo, mas ainda júnior chegou ao Futebol Clube do Porto.
Na condição de júnior fez parte do plantel que disputou o Torneio Internacional de Juniores da UEFA de 1961. Nesse mesmo ano, Valdemar subiu à categoria de sénior dos portistas.
Foi emprestado durante uma temporada ao C.F. União de Lamas. Depois foi obrigado a cumprir o serviço militar e regressou às Antas em 1965.
A sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 19 de Setembro de 1965 no Estádio do Mar em Matosinhos quando os portistas venceram o Leixões S.C. por 3-2, num jogo a contar para a 2ª jornada do Campeonato Nacional de 1965/66.
Valdemar venceu a Taça Associação de Futebol do Porto na temporada de 1965/66 mas o ponto alto da sua carreira foi a Final da Taça de Portugal de 1967/68 em que o F.C. Porto venceu o V. Setúbal por 2-1 com Valdemar a apontar o golo do empate através de um livre directo.
Esteve ainda presente em momentos importantes para o F.C. Porto. Em Janeiro de 1970 os portistas viajaram até ao Brasil para participar na festa de inauguração do Estádio Cícero Pompeu de Toledo a convite do São Paulo F.C., o jogo no novo recinto do morumbi terminou empatado. Em Setembro de 1972, foi um dos títulares nos dois jogos da 1ª eliminatória da Taça UEFA em que os Dragões derrotaram o F.C. Barcelona por 3-1, nas Antas e 1-0 em Camp Nou.
No final da temporada de 1973/74 deixou o F.C. Porto. Valdemar jogou de Dragão ao peito durante 9 temporadas. Participou em 230 partidas oficiais. Marcou 5 golos e conquistou 2 Títulos.
Em 1974/75 ingressou no S.C. Espinho, passou depois pelo S.C. Salgueiros, de seguida ingressou no F.C. Paços de Ferreira e regressou ao Aliados Futebol Clube de Lordelo onde terminou a sua carreira de futebolista.
Iniciou-se no mundo do futebol no clube da sua terra, o Aliados Futebol Clube de Lordelo, mas ainda júnior chegou ao Futebol Clube do Porto.
Na condição de júnior fez parte do plantel que disputou o Torneio Internacional de Juniores da UEFA de 1961. Nesse mesmo ano, Valdemar subiu à categoria de sénior dos portistas.
Foi emprestado durante uma temporada ao C.F. União de Lamas. Depois foi obrigado a cumprir o serviço militar e regressou às Antas em 1965.
A sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 19 de Setembro de 1965 no Estádio do Mar em Matosinhos quando os portistas venceram o Leixões S.C. por 3-2, num jogo a contar para a 2ª jornada do Campeonato Nacional de 1965/66.
Valdemar venceu a Taça Associação de Futebol do Porto na temporada de 1965/66 mas o ponto alto da sua carreira foi a Final da Taça de Portugal de 1967/68 em que o F.C. Porto venceu o V. Setúbal por 2-1 com Valdemar a apontar o golo do empate através de um livre directo.
Esteve ainda presente em momentos importantes para o F.C. Porto. Em Janeiro de 1970 os portistas viajaram até ao Brasil para participar na festa de inauguração do Estádio Cícero Pompeu de Toledo a convite do São Paulo F.C., o jogo no novo recinto do morumbi terminou empatado. Em Setembro de 1972, foi um dos títulares nos dois jogos da 1ª eliminatória da Taça UEFA em que os Dragões derrotaram o F.C. Barcelona por 3-1, nas Antas e 1-0 em Camp Nou.
No final da temporada de 1973/74 deixou o F.C. Porto. Valdemar jogou de Dragão ao peito durante 9 temporadas. Participou em 230 partidas oficiais. Marcou 5 golos e conquistou 2 Títulos.
Em 1974/75 ingressou no S.C. Espinho, passou depois pelo S.C. Salgueiros, de seguida ingressou no F.C. Paços de Ferreira e regressou ao Aliados Futebol Clube de Lordelo onde terminou a sua carreira de futebolista.
Palmarés
1 Taça de Portugal
1 Taça Associação de Futebol do Porto
20 de junho de 2010
José Mourinho
José Mário dos Santos Félix Mourinho nasceu no dia 26 de Janeiro de 1963 em Setúbal.
Filho de Félix Mourinho (antigo guarda-redes do V.Setubal e C.F. Belenenses), começou por jogar futebol nas camadas jovens do S.C. Estrela de Portalegre em 1976. Passou no ano seguinte pelos juniores do Caldas S.C., e em 1978 jogou nos sub-17 do União de Leiria. Na temporada de 1979/80 passou pelos sub-17 do G.D.R. O Sindicato. Na temporada seguinte jogou nos sub-19 do C.F. Belenenses. Na temporada de 1981/82 subiu à categoria de sénior e passou a vestir a camisola do Rio Ave F.C.. Na época seguinte regressou ao C.F. Belenenses. Em 1983/84 defendeu a camisola do G.D. Sesimbra. Na época seguinte representou o Universidade Técnica de Lisboa, onde se formou em Educação Física. Em 1985/86 e 1986/87 jogou nos sadinos do U.F. Comércio e industria, e foi nessa ultima temporada que colocou um ponto final na carreira de futebolista.
Formado em Educação Física pelo I.S.E.F. da Universidade Técnica de Lisboa. Passou pelo V. Setubal e C.F. Estrela da Amadora como preparador físico antes de fazer parte da equipa técnica do Sporting C.P. liderada pelo inglês Bobby Robson que depois se mudou para o Futebol Clube do Porto e mais tarde para o F.C. Barcelona onde permaneceu no clube catalão quando Bobby Robson saiu para o PSV Eindhoven, e passou a adjunto de Louis Van Gaal.
Em 2000/01 regressou a Portugal para assumir, como treinador principal, o comando do S.L. Benfica onde se manteve durante 9 jogos, até o clube mudar de presidente. Na época seguinte ingressou no União de Leiria para deixar o clube da cidade do Lis em Janeiro de 2002 quando ocupava o 3º lugar no Campeonato Nacional.
Em Janeiro de 2002 é contratado pelo Futebol Clube do Porto.
A sua estreia como treinador dos Dragões aconteceu no dia 26 desse mês de Janeiro no Estádio das Antas onde os portistas receberam e venceram o C.S. Maritimo por 2-1, num jogo a contar para a 20ª jornada do Campeonato Nacional de 2001/02.
Na conferencia de imprensa da sua apresentação como novo técnico dos azuis e brancos, José Mourinho afirma que vai ser campeão na próxima temporada. Assim disse e assim o fez já que em 2002/03 os portistas venceram o Campeonato Nacional mas também a Taça de Portugal e ainda a Taça UEFA onde os Dragões venceram por 3-2 os escoceses do Celtic F.C. na final em Sevilha. No fim dessa temporada José Mourinho foi considerado como o melhor treinador pela UEFA. Foi assim uma época em cheio de uma equipa praticamente nova com muitos jogadores que nessa temporada ingressaram no clube, casos de Pedro Emanuel, Maniche, Derlei, Paulo Ferreira, Nuno Valente, Edgaras Jankauskas e Marco Ferreira.
Na temporada de 2003/04 começou por conquistar a Supertaça Cândido de Oliveira, voltou a vencer o Campeonato Nacional e ganhou a Liga dos Campeões onde deixou pelo caminho clubes como o Olympique Lyon, R.C. Deportivo da Coruña e Manchester United F.C., antes de vencer o A.S. Mónaco por 3-0 na final de Gelsenkirchen. Tal como na temporada anterior, a UEFA elegeu José Mourinho como o melhor treinador europeu.
No final dessa temporada, José Mourinho deixou o F.C. Porto. Em duas épocas e meia conquistou 6 Títulos dos quais 2 Internacionais e nos 127 jogos em que orientou os Dragões conseguiu 91 vitórias.
Na época de 2004/05 transferiu-se para o Chelsea F.C. de Inglaterra, no clube londrino esteve 7 temporadas e venceu por 3 vezes o Campeonato de Inglaterra, ganhou 3 Taças da Liga de Inglaterra, 1 Taça de Inglaterra e 1 Supertaça de Inglaterra. em 2008/09 e 2009/10 treinou o F.C. Inter de Milão, no emblema italiano conquistou por 2 vezes o Campeonato de Itália, 1 Taça de Itália e 1 Supertaça de Itália. Em 2010/11 ingressou no Real Madrid C.F., nos Merengues venceu 1 Campeonato de Espanha, 1 Taça de Espanha e 1 Supertaça de Espanha. Entre 2013 e 2016 regressou ao Chelsea F.C.. Em 2016/17 transferiu-se para o Manchester United F.C., nos Red Devil conquistou 1 Liga Europa, 1 Taça da Liga de Inglaterra e 1 Supertaça de Inglaterra, mas isso não evitou que fosse dispensado em Dezembro de 2018. Quase um ano depois, em Novembro de 2019, é contratado pelo Tottenham Hotspur F.C.
Filho de Félix Mourinho (antigo guarda-redes do V.Setubal e C.F. Belenenses), começou por jogar futebol nas camadas jovens do S.C. Estrela de Portalegre em 1976. Passou no ano seguinte pelos juniores do Caldas S.C., e em 1978 jogou nos sub-17 do União de Leiria. Na temporada de 1979/80 passou pelos sub-17 do G.D.R. O Sindicato. Na temporada seguinte jogou nos sub-19 do C.F. Belenenses. Na temporada de 1981/82 subiu à categoria de sénior e passou a vestir a camisola do Rio Ave F.C.. Na época seguinte regressou ao C.F. Belenenses. Em 1983/84 defendeu a camisola do G.D. Sesimbra. Na época seguinte representou o Universidade Técnica de Lisboa, onde se formou em Educação Física. Em 1985/86 e 1986/87 jogou nos sadinos do U.F. Comércio e industria, e foi nessa ultima temporada que colocou um ponto final na carreira de futebolista.
Formado em Educação Física pelo I.S.E.F. da Universidade Técnica de Lisboa. Passou pelo V. Setubal e C.F. Estrela da Amadora como preparador físico antes de fazer parte da equipa técnica do Sporting C.P. liderada pelo inglês Bobby Robson que depois se mudou para o Futebol Clube do Porto e mais tarde para o F.C. Barcelona onde permaneceu no clube catalão quando Bobby Robson saiu para o PSV Eindhoven, e passou a adjunto de Louis Van Gaal.
Em 2000/01 regressou a Portugal para assumir, como treinador principal, o comando do S.L. Benfica onde se manteve durante 9 jogos, até o clube mudar de presidente. Na época seguinte ingressou no União de Leiria para deixar o clube da cidade do Lis em Janeiro de 2002 quando ocupava o 3º lugar no Campeonato Nacional.
Em Janeiro de 2002 é contratado pelo Futebol Clube do Porto.
A sua estreia como treinador dos Dragões aconteceu no dia 26 desse mês de Janeiro no Estádio das Antas onde os portistas receberam e venceram o C.S. Maritimo por 2-1, num jogo a contar para a 20ª jornada do Campeonato Nacional de 2001/02.
Na conferencia de imprensa da sua apresentação como novo técnico dos azuis e brancos, José Mourinho afirma que vai ser campeão na próxima temporada. Assim disse e assim o fez já que em 2002/03 os portistas venceram o Campeonato Nacional mas também a Taça de Portugal e ainda a Taça UEFA onde os Dragões venceram por 3-2 os escoceses do Celtic F.C. na final em Sevilha. No fim dessa temporada José Mourinho foi considerado como o melhor treinador pela UEFA. Foi assim uma época em cheio de uma equipa praticamente nova com muitos jogadores que nessa temporada ingressaram no clube, casos de Pedro Emanuel, Maniche, Derlei, Paulo Ferreira, Nuno Valente, Edgaras Jankauskas e Marco Ferreira.
Na temporada de 2003/04 começou por conquistar a Supertaça Cândido de Oliveira, voltou a vencer o Campeonato Nacional e ganhou a Liga dos Campeões onde deixou pelo caminho clubes como o Olympique Lyon, R.C. Deportivo da Coruña e Manchester United F.C., antes de vencer o A.S. Mónaco por 3-0 na final de Gelsenkirchen. Tal como na temporada anterior, a UEFA elegeu José Mourinho como o melhor treinador europeu.
No final dessa temporada, José Mourinho deixou o F.C. Porto. Em duas épocas e meia conquistou 6 Títulos dos quais 2 Internacionais e nos 127 jogos em que orientou os Dragões conseguiu 91 vitórias.
Na época de 2004/05 transferiu-se para o Chelsea F.C. de Inglaterra, no clube londrino esteve 7 temporadas e venceu por 3 vezes o Campeonato de Inglaterra, ganhou 3 Taças da Liga de Inglaterra, 1 Taça de Inglaterra e 1 Supertaça de Inglaterra. em 2008/09 e 2009/10 treinou o F.C. Inter de Milão, no emblema italiano conquistou por 2 vezes o Campeonato de Itália, 1 Taça de Itália e 1 Supertaça de Itália. Em 2010/11 ingressou no Real Madrid C.F., nos Merengues venceu 1 Campeonato de Espanha, 1 Taça de Espanha e 1 Supertaça de Espanha. Entre 2013 e 2016 regressou ao Chelsea F.C.. Em 2016/17 transferiu-se para o Manchester United F.C., nos Red Devil conquistou 1 Liga Europa, 1 Taça da Liga de Inglaterra e 1 Supertaça de Inglaterra, mas isso não evitou que fosse dispensado em Dezembro de 2018. Quase um ano depois, em Novembro de 2019, é contratado pelo Tottenham Hotspur F.C.
Palmarés
2 Liga dos Campeões
2 Taça UEFA Liga Europa
2 Campeonatos Nacionais da 1ª Divisão (Portugal)
3 Campeonatos de Inglaterra
2 Campeonato de Itália
1 Campeonato de Espanha
1 Taça de Portugal
1 Taça de Inglaterra
1 Taça de Itália
1 Taça de Espanha
1 Supertaça Cândido de Oliveira
2 Supertaça de Inglaterra
1 Supertaça de Itália
1 Supertaça de Espanha
4 Taças da Liga de Inglaterra
13 de junho de 2010
Taça Intercontinental
A Taça Intercontinental foi criada por Henri Delaunay e teve a primeira edição no ano de 1960.
Os clubes estreantes foram os espanhois do Real Madrid F.C. (Campeão Europeu) e os uruguaios do C.A. Peñarol (Campeão Sul-Américano). Os espanhóis venceram o troféu já que obtiveram três pontos nos dois jogos.
Até 1968 o vencedor era a equipa que conquistava maior número de pontos no conjunto das duas partidas e houve mesmo edições que tiveram um jogo de desempate para se encontrar o vencedor.
De 1969 a 1979 passou a decidir-se pela diferença de golos nas duas-mãos.
Entre 1980 e 2004 o evento realizou-se no Japão, muito por culpa da marca Toyota que passou a patrocinadora oficial da competição. O modelo do torneio voltou também a sofrer alterações, passando a disputar-se em apenas um jogo.
Foi precisamente neste ultimo período que Portugal voltou a ter um representante na competição, o Futebol Clube do Porto. Já antes tinha sido representado pelo S.L. Benfica, em 1961 e em 1962, mas sem sucesso.
Bem sucedidas foram as duas presenças dos Dragões em terras nipónicas já que venceram os dois encontros, em 1987 e em 2004.
Em 1987 a equipa comandada por Tomislav Ivic venceu o C.A. Peñarol por 2-1, com os golos a serem apontados por Fernando Gomes e Rabat Madjer, numa partida disputada no estádio Olímpico de Tóquio, em péssimas condições e onde o verde do relvado deu lugar ao branco da neve. Madjer foi também eleito pelos jornalistas o melhor jogador do encontro.
Em 2004 o F.C. Porto voltou ao Japão, desta vez ao estádio Internacional de Yokohama, para defrontar os colombianos do C.D. Once Caldas. O jogo foi decidido no prolongamento das grandes penalidades e onde os portistas encontraram a felicidade que parecia lhes querer fugir durante o tempo regulamentar. Mais uma vez o melhor jogador foi um portista, Maniche.
O Futebol Clube do Porto foi assim a equipa que ficou com o troféu original já que a partir de 2005 a competição voltou a ter um novo formato e uma nova taça.
Os clubes estreantes foram os espanhois do Real Madrid F.C. (Campeão Europeu) e os uruguaios do C.A. Peñarol (Campeão Sul-Américano). Os espanhóis venceram o troféu já que obtiveram três pontos nos dois jogos.
Até 1968 o vencedor era a equipa que conquistava maior número de pontos no conjunto das duas partidas e houve mesmo edições que tiveram um jogo de desempate para se encontrar o vencedor.
De 1969 a 1979 passou a decidir-se pela diferença de golos nas duas-mãos.
Entre 1980 e 2004 o evento realizou-se no Japão, muito por culpa da marca Toyota que passou a patrocinadora oficial da competição. O modelo do torneio voltou também a sofrer alterações, passando a disputar-se em apenas um jogo.
Foi precisamente neste ultimo período que Portugal voltou a ter um representante na competição, o Futebol Clube do Porto. Já antes tinha sido representado pelo S.L. Benfica, em 1961 e em 1962, mas sem sucesso.
Bem sucedidas foram as duas presenças dos Dragões em terras nipónicas já que venceram os dois encontros, em 1987 e em 2004.
Em 1987 a equipa comandada por Tomislav Ivic venceu o C.A. Peñarol por 2-1, com os golos a serem apontados por Fernando Gomes e Rabat Madjer, numa partida disputada no estádio Olímpico de Tóquio, em péssimas condições e onde o verde do relvado deu lugar ao branco da neve. Madjer foi também eleito pelos jornalistas o melhor jogador do encontro.
Em 2004 o F.C. Porto voltou ao Japão, desta vez ao estádio Internacional de Yokohama, para defrontar os colombianos do C.D. Once Caldas. O jogo foi decidido no prolongamento das grandes penalidades e onde os portistas encontraram a felicidade que parecia lhes querer fugir durante o tempo regulamentar. Mais uma vez o melhor jogador foi um portista, Maniche.
O Futebol Clube do Porto foi assim a equipa que ficou com o troféu original já que a partir de 2005 a competição voltou a ter um novo formato e uma nova taça.
30 de maio de 2010
Carlos Nunes
Carlos Ferreira da Silva Nunes nasceu no dia 20 de Dezembro de 1914 no Porto.
Jogava como extremo-esquerdo e a única camisola que vestiu foi a do Futebol Clube do Porto, entre a temporada de 1932/33 e 1941/42.
A sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 16 de Outubro de 1932 quando o F.C. Porto recebeu e venceu o Leixões S.C. por 4-0, numa partida a contar para a 1ª jornada do Campeonato do Porto da época de 1932/33 e que se disputou no campo do Ameal.
Assim fez parte do plantel portista que venceu o Campeonato da I Liga em 1934/35, o que foi o primeiro campeonato nacional de futebol.
Na época de 1936/37, Carlos Nunes ajudou o F.C. Porto a vencer o Campeonato de Portugal.
Em 1937/38 e num jogo contra o Sporting C.P., Carlos Nunes entrou para a história, não só do clube como do futebol português, ao apontar 4 golos num clássico, o que nunca tinha acontecido antes. O resultado final acabou por ser uma vitória dos portistas por 10-1.
Para a época de 1938/39 a Federação extinguiu a Liga e o Campeonato de Portugal e decidiu organizar o Campeonato Nacional. F.C. Porto, Académico do Porto, Académica de Coimbra, F.C. Barreirense, Casa Pia A.C., C.F. Belenenses, S.L. Benfica e Sporting C.P., foram as equipas participantes nesse campeonato. No final os Dragões obtiveram 23 pontos, 10 vitórias, 3 empates, 1 derrota e 57 golos marcados, com 15 deles de autoria de Carlos Nunes.
Na temporada seguinte o campeonato foi alargado para dez equipas e em 18 partidas o F.C. Porto venceu por 17 vezes e sagraram-se Bi-Campeões Nacionais. Nessa temporada Carlos Nunes já poucas vezes jogou e terminou a sua carreira pouco depois.
Venceu também o Campeonato do Porto por 7 vezes.
Nas dez épocas em que representou os Dragões, Carlos Nunes disputou 178 partidas oficiais, apontou 129 golos e conquistou 11 títulos.
Carlos Nunes representou ainda a Selecção Nacional por três vezes.
Nos anos cinquenta, foi director do departamento de futebol.
Jogava como extremo-esquerdo e a única camisola que vestiu foi a do Futebol Clube do Porto, entre a temporada de 1932/33 e 1941/42.
A sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 16 de Outubro de 1932 quando o F.C. Porto recebeu e venceu o Leixões S.C. por 4-0, numa partida a contar para a 1ª jornada do Campeonato do Porto da época de 1932/33 e que se disputou no campo do Ameal.
Assim fez parte do plantel portista que venceu o Campeonato da I Liga em 1934/35, o que foi o primeiro campeonato nacional de futebol.
Na época de 1936/37, Carlos Nunes ajudou o F.C. Porto a vencer o Campeonato de Portugal.
Em 1937/38 e num jogo contra o Sporting C.P., Carlos Nunes entrou para a história, não só do clube como do futebol português, ao apontar 4 golos num clássico, o que nunca tinha acontecido antes. O resultado final acabou por ser uma vitória dos portistas por 10-1.
Para a época de 1938/39 a Federação extinguiu a Liga e o Campeonato de Portugal e decidiu organizar o Campeonato Nacional. F.C. Porto, Académico do Porto, Académica de Coimbra, F.C. Barreirense, Casa Pia A.C., C.F. Belenenses, S.L. Benfica e Sporting C.P., foram as equipas participantes nesse campeonato. No final os Dragões obtiveram 23 pontos, 10 vitórias, 3 empates, 1 derrota e 57 golos marcados, com 15 deles de autoria de Carlos Nunes.
Na temporada seguinte o campeonato foi alargado para dez equipas e em 18 partidas o F.C. Porto venceu por 17 vezes e sagraram-se Bi-Campeões Nacionais. Nessa temporada Carlos Nunes já poucas vezes jogou e terminou a sua carreira pouco depois.
Venceu também o Campeonato do Porto por 7 vezes.
Nas dez épocas em que representou os Dragões, Carlos Nunes disputou 178 partidas oficiais, apontou 129 golos e conquistou 11 títulos.
Carlos Nunes representou ainda a Selecção Nacional por três vezes.
Nos anos cinquenta, foi director do departamento de futebol.
Palmarés
2 Campeonatos Nacionais da 1ª Divisãp (Portugal)
1 Campeonato de Portugal
1 Campeonato da I Liga
7 Campeonatos do Porto
23 de maio de 2010
Gabriel
Gabriel Azevedo Mendes nasceu no dia 30 de Maio de 1954 em Miragaia no Porto.
Corria o ano de 1969 quando Gabriel entrou para as escolas de formação do Futebol Clube do Porto. Percorreu todos os escalões jovens até que no final da época de 1972/73 passou a sénior.
Em 1973/74 rumou ao S.C. Espinho, por empréstimo dos portistas, onde jogou uma temporada, tendo-se sagrado Campeão Nacional da 2ª Divisão.
Na época de 1974/75 voltou aos Dragões e integrou o plantel principal comandado por Aimoré Moreira.
A sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 2 de Outubro de 1974 no Estádio Molineux Ground, em Inglaterra onde os portistas defrontaram o Wolverhampton Wanderers F.C., numa partida a contar para a 2ª mão da 1ª eliminatória da Taça UEFA.
Conquistou a Taça de Portugal em 1976/77 e sagrou-se Bi-Campeão Nacional em 1977/78 e 1978/79. Ainda venceu duas Supertaças Cândido de Oliveira e uma Taça Associação de Futebol do Porto.
Na época de 1982/83 perdeu a titularidade para o jovem João Pinto e apenas realizou 8 jogos. No final dessa temporada optou por deixar o F.C. Porto.
De Dragão ao peito, Gabriel jogou durante 9 temporadas. Conquistou 6 Títulos. Disputou 250 jogos oficiais e marcou 6 golos.
em 1983/84 transferiu-se para o Sporting C.P., clube que representou por quatro épocas, no entanto sem nunca conhecer o sucesso que viveu nas Antas, tendo apenas vencido uma Taça Associação de Futebol de Lisboa, em 1984/85.
Em 1987/88 ingressou no S.C. Covilhã. Disputou nove partidas e no final do campeonato colocou um ponto final na carreira.
Gabriel vestiu também a camisola da Selecção Nacional por 20 vezes, estreando-se com a camisola das Quinas no dia 30 de Março de 1977 num jogo contra a Suiça.
Corria o ano de 1969 quando Gabriel entrou para as escolas de formação do Futebol Clube do Porto. Percorreu todos os escalões jovens até que no final da época de 1972/73 passou a sénior.
Em 1973/74 rumou ao S.C. Espinho, por empréstimo dos portistas, onde jogou uma temporada, tendo-se sagrado Campeão Nacional da 2ª Divisão.
Na época de 1974/75 voltou aos Dragões e integrou o plantel principal comandado por Aimoré Moreira.
A sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 2 de Outubro de 1974 no Estádio Molineux Ground, em Inglaterra onde os portistas defrontaram o Wolverhampton Wanderers F.C., numa partida a contar para a 2ª mão da 1ª eliminatória da Taça UEFA.
Conquistou a Taça de Portugal em 1976/77 e sagrou-se Bi-Campeão Nacional em 1977/78 e 1978/79. Ainda venceu duas Supertaças Cândido de Oliveira e uma Taça Associação de Futebol do Porto.
Na época de 1982/83 perdeu a titularidade para o jovem João Pinto e apenas realizou 8 jogos. No final dessa temporada optou por deixar o F.C. Porto.
De Dragão ao peito, Gabriel jogou durante 9 temporadas. Conquistou 6 Títulos. Disputou 250 jogos oficiais e marcou 6 golos.
em 1983/84 transferiu-se para o Sporting C.P., clube que representou por quatro épocas, no entanto sem nunca conhecer o sucesso que viveu nas Antas, tendo apenas vencido uma Taça Associação de Futebol de Lisboa, em 1984/85.
Em 1987/88 ingressou no S.C. Covilhã. Disputou nove partidas e no final do campeonato colocou um ponto final na carreira.
Gabriel vestiu também a camisola da Selecção Nacional por 20 vezes, estreando-se com a camisola das Quinas no dia 30 de Março de 1977 num jogo contra a Suiça.
Palmarés
2 Campeonatos Nacionais da 1ª Divisão (Portugal)
1 Taça de Portugal
2 Supertaças Cândido de Oliveira
1 Taça Associação de Futebol do Porto
1 Taça Associação de Futebol de Lisboa
16 de maio de 2010
Soares dos Reis
Manuel Soares dos Reis nasceu no dia 11 de Março de 1910 em Penafiel.
Começou a jogar futebol no pequeno clube da sua terra, o Egas Moniz F.C., mais tarde, entre os anos de 1926 e 1927 passou a defender a baliza do Sport Club Penafiel, isto até mudar de ares e passar a vestir a camisola do Leça F.C. ainda no mesmo ano de 1927. Na temporada de 1931/32 e por força de ser obrigado a cumprir o serviço militar obrigatório em Lisboa, aceitou jogar no C.F. Belenenses, clube onde conquistou o Campeonato de Lisboa. Na época de seguinte e já regressado ao Norte de Portugal, Soares dos Reis foi contratado pelo Boavista F.C.
No inicio da temporada de 1933/34 foi contratado pelo Futebol Clube do Porto.
A estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 12 de Novembro de 1933 no Campo do Bessa onde os portistas e o Leça F.C. empataram 1-1, numa partida a contar para a 1ª jornada do Campeonato do Porto da época de 1933/34.
Foi o primeiro guarda-redes internacional do Futebol Clube do Porto.
Dono da baliza dos Dragões durante sete temporadas, desde 1933/34 a 1939/40.
Venceu por seis vezes o Campeonato do Porto e fez parte do plantel portista que venceu o primeiro Campeonato da I Liga em 1934/35 e foi ainda Campeão de Portugal em 1936/37 e Campeão Nacional em 1938/39.
Em 1986, quando já contava com 76 anos, contou: “A maior parte dos jogadores não aparecia aos treinos. Uns porque trabalhavam, outros porque se alimentavam mal e não podiam esbanjar as energias que guardavam para os jogos oficiais”.
“Para mim era terrível jogar fora de casa. O publico estava junto de nós e tratava-nos do piorio. Tínhamos de jogar em duas frentes, defendendo os remates dos avançados e os do público. E os destes eram, muitas vezes, bem mais dolorosos”.
“O lugar de guarda-redes foi sempre ingrato. Depois dele, só há a baliza, o golo. Uma coisa posso dizer: não havia «frangos» nem «chapéus». O guarda-redes saia mais da baliza do que sai hoje. Eu era decidido: ou ia ou não ia”.
Foi ainda o primeiro guarda-redes português a defender um penalti em jogos oficiais de provas nacionais, quando no dia 20 de Janeiro de 1935 parou o remate do seu antigo companheiro Bernardo que alinhava no C.F. Belenenses e assim foi preponderante para o jogo que terminou com um empate 1-1 entre os portistas e os azuis de Belém.
Soares dos Reis nas sete épocas em que esteve ao serviço do F.C. Porto conquistou 10 Títulos e disputou 128 jogos oficiais.
Depois de deixar o futebol ainda continuou ligado ao F.C. Porto nos Corpos Directivos.
Faleceu no dia 15 de Abril de 1990 e encontra-se sepultado no Mausoléu do F.C. Porto no cemitério de Agramonte
Começou a jogar futebol no pequeno clube da sua terra, o Egas Moniz F.C., mais tarde, entre os anos de 1926 e 1927 passou a defender a baliza do Sport Club Penafiel, isto até mudar de ares e passar a vestir a camisola do Leça F.C. ainda no mesmo ano de 1927. Na temporada de 1931/32 e por força de ser obrigado a cumprir o serviço militar obrigatório em Lisboa, aceitou jogar no C.F. Belenenses, clube onde conquistou o Campeonato de Lisboa. Na época de seguinte e já regressado ao Norte de Portugal, Soares dos Reis foi contratado pelo Boavista F.C.
No inicio da temporada de 1933/34 foi contratado pelo Futebol Clube do Porto.
A estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 12 de Novembro de 1933 no Campo do Bessa onde os portistas e o Leça F.C. empataram 1-1, numa partida a contar para a 1ª jornada do Campeonato do Porto da época de 1933/34.
Foi o primeiro guarda-redes internacional do Futebol Clube do Porto.
Dono da baliza dos Dragões durante sete temporadas, desde 1933/34 a 1939/40.
Venceu por seis vezes o Campeonato do Porto e fez parte do plantel portista que venceu o primeiro Campeonato da I Liga em 1934/35 e foi ainda Campeão de Portugal em 1936/37 e Campeão Nacional em 1938/39.
Em 1986, quando já contava com 76 anos, contou: “A maior parte dos jogadores não aparecia aos treinos. Uns porque trabalhavam, outros porque se alimentavam mal e não podiam esbanjar as energias que guardavam para os jogos oficiais”.
“Para mim era terrível jogar fora de casa. O publico estava junto de nós e tratava-nos do piorio. Tínhamos de jogar em duas frentes, defendendo os remates dos avançados e os do público. E os destes eram, muitas vezes, bem mais dolorosos”.
“O lugar de guarda-redes foi sempre ingrato. Depois dele, só há a baliza, o golo. Uma coisa posso dizer: não havia «frangos» nem «chapéus». O guarda-redes saia mais da baliza do que sai hoje. Eu era decidido: ou ia ou não ia”.
Foi ainda o primeiro guarda-redes português a defender um penalti em jogos oficiais de provas nacionais, quando no dia 20 de Janeiro de 1935 parou o remate do seu antigo companheiro Bernardo que alinhava no C.F. Belenenses e assim foi preponderante para o jogo que terminou com um empate 1-1 entre os portistas e os azuis de Belém.
Soares dos Reis nas sete épocas em que esteve ao serviço do F.C. Porto conquistou 10 Títulos e disputou 128 jogos oficiais.
Depois de deixar o futebol ainda continuou ligado ao F.C. Porto nos Corpos Directivos.
Faleceu no dia 15 de Abril de 1990 e encontra-se sepultado no Mausoléu do F.C. Porto no cemitério de Agramonte
Palmarés
3 Campeonatos Nacional da 1ª Divisão (Portugal)
1 Campeonato de Portugal
6 Campeonatos do Porto
1 Campeonato de Lisboa
9 de maio de 2010
Alfredo Murça
Alfredo Manuel da Silva Murça nasceu no dia 17 de Janeiro de 1948 na Costa da Caparica.
Deu início à sua carreira de futebolista no Grupo Desportivo dos Pescadores da Costa da Caparica para depois se mudar para o C.F. Belenenses onde se estreou na equipa principal na época de 1968/69. No clube de Belém jogou durante seis temporadas tendo-se sagrado vice-campeão na época de 1972/73.
Em 1974/75 transferiu-se para o Futebol Clube do Porto.
A sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 8 de Setembro de 1974 no Estádio das Antas quando os portistas receberam e venceram o G.D. CUF por 2-1, num jogo a contar para a 1ª jornada do Campeonato Nacional de 1974/75.
Na temporada de 1976/77 conquistou a Taça de Portugal. Foi um dos cinco jogadores totalistas nessa competição ao alinhar nos 7 jogos da caminhada triunfal que terminou na final disputada no Estádio das Antas contra o S.C. Braga que foi derrotado por 1-0.
Na época seguinte sagrou-se Campeão Nacional e voltou a ser um dos principais jogadores do plantel ao alinhar em todos os 30 jogos do campeonato e com 2 golos marcados.
Em 1978/79 vence de novo o Campeonato Nacional e em 1980/81 conquista a Taça Associação de Futebol do Porto.
Apesar dos Títulos conquistados, Murça esteve presente em momentos muito importantes para os azuis e brancos. Foi títular na equipa que pela primeira vez venceu um jogo fora de portas a contar para a Taça dos Campeões Europeus, quando o F.C. Porto venceu o A.C. Milan em San Siro por 1-0 no dia 3 de Outubro de 1979. Murça vestiu a camisola dos Dragões durante sete temporadas. Conquistou 4 Títulos. Disputou 203 jogos oficiais e marcou 6 golos.
Na temporada de 1981/82 mudou-se para o V. Guimarães onde jogou durante mais 3 época, até terminar a sua carreira de futebolista em 1983/84.
Depois de deixar de jogar futebol, Murça abraçou a carreira de treinador. Em 1987/88 assumiu o comando técnico do C.F. Marialvas. Na temporada seguinte regressou ao F.C. Porto para fazer parte, como adjunto, da equipa técnica do treinador Quinito. em Novembro e com a dispensa do técnico principal, Murça orientou os Dragões em dois jogos e venceu ambos. O primeiro contra o Leixões S.C. (1-0), para a 12ª jornada do Campeonato Nacional no Estádio das Antas e o segundo jogo para a Taça dos Clubes Campeões Europeus contra o PSV Eindhoven com vitória por 2-0, golos de Rui Águas e Domingos. Depois continuou como adjunto até à época de 1992/93.
Faleceu no dia 24 de Agosto de 2007 após doença prolongada.
Deu início à sua carreira de futebolista no Grupo Desportivo dos Pescadores da Costa da Caparica para depois se mudar para o C.F. Belenenses onde se estreou na equipa principal na época de 1968/69. No clube de Belém jogou durante seis temporadas tendo-se sagrado vice-campeão na época de 1972/73.
Em 1974/75 transferiu-se para o Futebol Clube do Porto.
A sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 8 de Setembro de 1974 no Estádio das Antas quando os portistas receberam e venceram o G.D. CUF por 2-1, num jogo a contar para a 1ª jornada do Campeonato Nacional de 1974/75.
Na temporada de 1976/77 conquistou a Taça de Portugal. Foi um dos cinco jogadores totalistas nessa competição ao alinhar nos 7 jogos da caminhada triunfal que terminou na final disputada no Estádio das Antas contra o S.C. Braga que foi derrotado por 1-0.
Na época seguinte sagrou-se Campeão Nacional e voltou a ser um dos principais jogadores do plantel ao alinhar em todos os 30 jogos do campeonato e com 2 golos marcados.
Em 1978/79 vence de novo o Campeonato Nacional e em 1980/81 conquista a Taça Associação de Futebol do Porto.
Apesar dos Títulos conquistados, Murça esteve presente em momentos muito importantes para os azuis e brancos. Foi títular na equipa que pela primeira vez venceu um jogo fora de portas a contar para a Taça dos Campeões Europeus, quando o F.C. Porto venceu o A.C. Milan em San Siro por 1-0 no dia 3 de Outubro de 1979. Murça vestiu a camisola dos Dragões durante sete temporadas. Conquistou 4 Títulos. Disputou 203 jogos oficiais e marcou 6 golos.
Na temporada de 1981/82 mudou-se para o V. Guimarães onde jogou durante mais 3 época, até terminar a sua carreira de futebolista em 1983/84.
Depois de deixar de jogar futebol, Murça abraçou a carreira de treinador. Em 1987/88 assumiu o comando técnico do C.F. Marialvas. Na temporada seguinte regressou ao F.C. Porto para fazer parte, como adjunto, da equipa técnica do treinador Quinito. em Novembro e com a dispensa do técnico principal, Murça orientou os Dragões em dois jogos e venceu ambos. O primeiro contra o Leixões S.C. (1-0), para a 12ª jornada do Campeonato Nacional no Estádio das Antas e o segundo jogo para a Taça dos Clubes Campeões Europeus contra o PSV Eindhoven com vitória por 2-0, golos de Rui Águas e Domingos. Depois continuou como adjunto até à época de 1992/93.
Faleceu no dia 24 de Agosto de 2007 após doença prolongada.
Palmarés
2 Campeonatos Nacionais da 1ª Divisão (Portugal)
1 Taça de Portugal
1 Taça Associação de Futebol do Porto
2 de maio de 2010
Custódio Pinto
Custódio João Pinto nasceu no dia 9 de Fevereiro de 1942 no Montijo.
Começou a jogar futebol no C.D. Montijo, até que em 1961/62 foi contratado pelo Futebol Clube do Porto.
a sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 29 de Outubro de 1961 no Estádio das Antas onde os portistas venceram o S.C. Salgueiros por 1-0, num jogo a valer para a 4ª jornada do Campeonato Nacional de 1961/62.
Esteve presente na noite de 16 de Setembro de 1964 numa partida em que o F.C. Porto venceu o Olimpique Lyonnais por 3-0 e que marcou a primeira vitória da equipa portista nas competições europeias. Custódio Pinto foi o homem do jogo ao apontar dois golos.
Foi o capitão dos portistas durante muitos anos e foi nessa condição que ergueu a Taça de Portugal de 1968 no Jamor onde o F.C. Porto derrotou o V. Setúbal por 2-1, com golos de Valdemar e Nóbrega.
Venceu por 5 vezes a Taça Associação de Futebol do Porto (1961/62, 1962/63, 1963/64, 1964/65 e 1965/66).
Vestiu a camisola dos Dragões durante dez temporadas (1961/62 a 1970/71). Conquistou 6 Títulos. Disputou 333 jogos oficiais e marcou 118 golos.
Custódio Pinto foi ainda junto com Américo e Alberto Festa um dos três “magriços” das Antas que marcaram presença no Campeonato do Mundo de Futebol de 1966.
No inicio da época de 1971/72 rumou ao V. Guimarães. No emblema minhoto, Custódio Pinto "encontrou" o seu irmão Manuel Pinto e ambos jogaram juntos durante três épocas.
No fim da temporada de 1974/75, e quando ainda representava os vimarenenses, colocou um ponto final na carreira.
Começou a jogar futebol no C.D. Montijo, até que em 1961/62 foi contratado pelo Futebol Clube do Porto.
a sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 29 de Outubro de 1961 no Estádio das Antas onde os portistas venceram o S.C. Salgueiros por 1-0, num jogo a valer para a 4ª jornada do Campeonato Nacional de 1961/62.
Esteve presente na noite de 16 de Setembro de 1964 numa partida em que o F.C. Porto venceu o Olimpique Lyonnais por 3-0 e que marcou a primeira vitória da equipa portista nas competições europeias. Custódio Pinto foi o homem do jogo ao apontar dois golos.
Foi o capitão dos portistas durante muitos anos e foi nessa condição que ergueu a Taça de Portugal de 1968 no Jamor onde o F.C. Porto derrotou o V. Setúbal por 2-1, com golos de Valdemar e Nóbrega.
Venceu por 5 vezes a Taça Associação de Futebol do Porto (1961/62, 1962/63, 1963/64, 1964/65 e 1965/66).
Vestiu a camisola dos Dragões durante dez temporadas (1961/62 a 1970/71). Conquistou 6 Títulos. Disputou 333 jogos oficiais e marcou 118 golos.
Custódio Pinto foi ainda junto com Américo e Alberto Festa um dos três “magriços” das Antas que marcaram presença no Campeonato do Mundo de Futebol de 1966.
No inicio da época de 1971/72 rumou ao V. Guimarães. No emblema minhoto, Custódio Pinto "encontrou" o seu irmão Manuel Pinto e ambos jogaram juntos durante três épocas.
No fim da temporada de 1974/75, e quando ainda representava os vimarenenses, colocou um ponto final na carreira.
Palmarés
1 Taça de Portugal
5 Taças Associação de Futebol do Porto
25 de abril de 2010
Carlos Alberto Silva
Carlos Alberto Silva nasceu no dia 14 de Agosto de 1939 em Bom Jardim de Minas, no estado de Minas Gerais no Brasil.Formou-se na Universidade Federal de Minas Gerais em educação física e em 1978 estreou-se como treinador pelo Guarani F.C. Na temporada de 1978/79 levou o clube de Campinas à vitória no campeonato brasileiro, o que é um feito inédito até aos dias de hoje.
Depois passou pelo São Paulo F.C., Atlético M.G., Santa Cruz F.C., Sport C.R., Cruzeiro E.C. Em 1987/88 foi o técnico da Selecção do Brasil e conquistou a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987.
Em 1990/91 rumou ao Japão para orientar o F.C. Nippon Tokyo Verdy tendo-se sagrado Campeão do Japão.
Em 1991/92 chegou a Portugal para comandar a equipa do Futebol Clube do Porto.
Logo nessa primeira temporada sagrou-se Campeão Nacional e venceu a Supertaça Cândido de Oliveira.
Na época seguinte volta a conquistar o Título de Campeão Nacional.
Regressou em 1993/94 ao Brasil para treinar o Cruzeiro E.C. Depois o S.C. Corinthians e o S.E. Palmeiras. Em 1996/97 voltou à Europa, desta vez para viajar até Espanha onde orientou o R.C. Deportivo de La Coruña. Voltou novamente ao Brasil para comandar o Goiás E.C. Seguiu-se o regresso ao Guarani F.C. com uma passagem pelo Santos F.C. pelo meio. Em 2002/03 regressou ao campeonato português para treinar o C.D. Santa Clara dos Açores onde esteve durante duas temporadas. Voltou depois ao Brasil onde ainda treinou o América F.C. e o Atlético, ambas as equipas de Minas Gerais.
No final da temporada de 2004/05 deu por terminada a sua carreira de treinador.
Faleceu no dia 20 de Janeiro de 2017.
Palmarés
2 Campeonatos Nacionais da 1ª Divisão (Portugal)
1 Supertaça Cândido de Oliveira
3 Campeonatos Pernambucano
2 Campeonatos Paulistas
1 Campeonato do Brasil
1 Campeonato do Japão
1 Campeonato Mineiro
1 Medalha de Ouro Jogos Pan-Americanos
18 de abril de 2010
Estádio das Antas
O Estádio das Antas foi a casa do Futebol Clube do Porto durante 51 anos.
Estávamos em 1933 e o actual Campo da Constituição começava a ficar pequeno para as necessidades do F.C. Porto. Assim numa Assembleia Geral apareceu a proposta para a construção de um novo estádio.
A opção pela aquisição de 48 mil metros quadrados na antiga Quinta de Salgueiros, oficializada em 8 de Setembro de 1948 e registada com o preço de 1440 contos.
Entre o início das obras e a sua inauguração, a 28 de Maio de 1952, decorreram dois anos e 101 dias, tempo durante o qual o estádio deu emprego a 350 operários, apoiados por duas máquinas escavadoras e transportadoras de terra, cada uma a fazer o trabalho de 100 homens, como se dizia na altura.
Notável foi o movimento associativo que se gerou e cresceu em torno desse grande desígnio de dar ao F.C. Porto uma nova casa. Para além do esforço de sócios dedicados, que ofereciam tempo, imaginação e dinheiro, a empreitada foi uma vontade colectiva que extravasou das portas da cidade para todo o distrito, com o desfile de dois “cortejos de materiais” reunindo 104 viaturas (62 camionetas, 37 automóveis e 10 furgonetas), com a Maia a marcar a distancia com as suas 45 camionetas e automóveis ajoujados de material para o estádio.
Ficou de resto conhecida como a “Direcção do Milagre” a equipa liderada por Urgel Horta (presidente), Ivo de Araújo, Amadeu Arroyo, Alberto Ruela, Moreira de Sousa, Torcato Plácido e João Carlos Pinto de Freitas, nata de um punhado de homens que na retaguarda aplainavam vontades, arranjavam fundos e congregavam fervor clubistico e regional.
Para a festa da inauguração foi convidado o S.L. Benfica, estiveram ainda clubes da cidade e do Norte. No mento mais solene da inauguração do Estádio das Antas, o Presidente da Republica, general Craveiro Lopes, colocou na bandeira do clube a Medalha de Mérito Desportivo.
No dia 1 de Junho de 1952 realizou-se o primeiro jogo oficial contra o Sporting C.P., com a vitória do FC porto por 2-0.
Em 1960 foi inaugurada a pista de ciclismo e dois anos mais tarde foi a inauguração da luz articifial.
Em 1976 foi construída a arquibancada que fechou a Porta da Maratona.
1986 Foi o ano em que o estádio voltou a sofrer alterações com o rebaixamento do campo e o desaparecimento da pista de atletismo e o aumento de 30.000 lugares.
Houveram ainda jogos memoráveis como o do dia 19 de Outubro de 1977 em que o F.C. Porto venceu o Manchester United F.C. por 4-0. A 6 de Outubro de 1986 os Dragões venceram o F.C. Barcelona por 3-1 com Juary a fazer um Hat-Trick. Ainda os 4-0 ao S.L. Benfica com 4 golos do Lemos e também contra o S.L. Benfica, aquele empate a 1-1 no dia 28 de Maio de 1978. Mais recentemente a primeira-mão contra a S.S. Lazio em que a equipa de José Mourinho venceu por 4-1, mas que podia ter sido por muito mais.
No total foram realizados 1002 partidas, com 803 vitórias, 119 empates e 80 derrotas.
Taça de Campeão Nacioanl, Taça de Portugal, Supertaça Nacional e Europeia, Taça UEFA, Taça dos Campeões Europeus e Taça Intercontinental. Todos esses troféus passaram pelo Estádio das Antas a festejar vitórias do F.C. Porto.
Mas o Estádio da Antas teve o seu dia fatídico. 16 de Dezembro de 1973, 13ª jornada, 13º minuto de jogo, Fernando Pavão caiu no relvado e não mais se levantou.
Estávamos em 1933 e o actual Campo da Constituição começava a ficar pequeno para as necessidades do F.C. Porto. Assim numa Assembleia Geral apareceu a proposta para a construção de um novo estádio.
A opção pela aquisição de 48 mil metros quadrados na antiga Quinta de Salgueiros, oficializada em 8 de Setembro de 1948 e registada com o preço de 1440 contos.
Entre o início das obras e a sua inauguração, a 28 de Maio de 1952, decorreram dois anos e 101 dias, tempo durante o qual o estádio deu emprego a 350 operários, apoiados por duas máquinas escavadoras e transportadoras de terra, cada uma a fazer o trabalho de 100 homens, como se dizia na altura.
Notável foi o movimento associativo que se gerou e cresceu em torno desse grande desígnio de dar ao F.C. Porto uma nova casa. Para além do esforço de sócios dedicados, que ofereciam tempo, imaginação e dinheiro, a empreitada foi uma vontade colectiva que extravasou das portas da cidade para todo o distrito, com o desfile de dois “cortejos de materiais” reunindo 104 viaturas (62 camionetas, 37 automóveis e 10 furgonetas), com a Maia a marcar a distancia com as suas 45 camionetas e automóveis ajoujados de material para o estádio.
Ficou de resto conhecida como a “Direcção do Milagre” a equipa liderada por Urgel Horta (presidente), Ivo de Araújo, Amadeu Arroyo, Alberto Ruela, Moreira de Sousa, Torcato Plácido e João Carlos Pinto de Freitas, nata de um punhado de homens que na retaguarda aplainavam vontades, arranjavam fundos e congregavam fervor clubistico e regional.
Para a festa da inauguração foi convidado o S.L. Benfica, estiveram ainda clubes da cidade e do Norte. No mento mais solene da inauguração do Estádio das Antas, o Presidente da Republica, general Craveiro Lopes, colocou na bandeira do clube a Medalha de Mérito Desportivo.
No dia 1 de Junho de 1952 realizou-se o primeiro jogo oficial contra o Sporting C.P., com a vitória do FC porto por 2-0.
Em 1960 foi inaugurada a pista de ciclismo e dois anos mais tarde foi a inauguração da luz articifial.
Em 1976 foi construída a arquibancada que fechou a Porta da Maratona.
1986 Foi o ano em que o estádio voltou a sofrer alterações com o rebaixamento do campo e o desaparecimento da pista de atletismo e o aumento de 30.000 lugares.
Houveram ainda jogos memoráveis como o do dia 19 de Outubro de 1977 em que o F.C. Porto venceu o Manchester United F.C. por 4-0. A 6 de Outubro de 1986 os Dragões venceram o F.C. Barcelona por 3-1 com Juary a fazer um Hat-Trick. Ainda os 4-0 ao S.L. Benfica com 4 golos do Lemos e também contra o S.L. Benfica, aquele empate a 1-1 no dia 28 de Maio de 1978. Mais recentemente a primeira-mão contra a S.S. Lazio em que a equipa de José Mourinho venceu por 4-1, mas que podia ter sido por muito mais.
No total foram realizados 1002 partidas, com 803 vitórias, 119 empates e 80 derrotas.
Taça de Campeão Nacioanl, Taça de Portugal, Supertaça Nacional e Europeia, Taça UEFA, Taça dos Campeões Europeus e Taça Intercontinental. Todos esses troféus passaram pelo Estádio das Antas a festejar vitórias do F.C. Porto.
Mas o Estádio da Antas teve o seu dia fatídico. 16 de Dezembro de 1973, 13ª jornada, 13º minuto de jogo, Fernando Pavão caiu no relvado e não mais se levantou.
11 de abril de 2010
Duda
José Francisco Leandro Filho (Duda), nasceu no dia 4 de Agosto de 1947 em Maceió, Brasil.
Estreou-se a nivel profissional em 1970 jogando pelo S.C. Recife, clube que representou ainda em 1971.
No inicio da temporada de 1971/72 transferiu-se para o V. Setúbal treinado na altura por José Maria Pedroto. Na primeira temporada com a camisola dos sadinos, Duda foi vice-campeão e também o melhor marcador da equipa, “título” que conquistou também nas duas épocas seguintes sempre ao serviço do V. Setúbal.
Em 1975/76 rumou a Espanha para ingressar no Sevilha F.C.
Em 1976/77 chegou ao Futebol Clube do Porto onde reencontrou o técnico Pedroto.
a sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 4 de Setembro de 1976 no Estádio das Antas, quando os portistas receberam e venceram o Portimonense S.C. por 3-0. Duda ainda marcou o ultimo golo do jogo. a partida contou para a 1ª jornada do Campeonato Nacional de 1976/77.
Logo na primeira época de Dragão ao peito, Duda ajudou a conquistar a Taça de Portugal num jogo em que o F.C. Porto derrotou o S.C. Braga por 1-0 na Final disputada no Estádio Das Antas.
Nas duas temporadas seguintes sagrou-se Campeão Nacional e foi um dos principais jogadores do plantel portista.
Duda ficou também na memória dos adeptos pelos golos que marcou na primeira-mão da segunda eliminatória da Taça dos Vencedores das Taças, em Outubro de 1977, contra o Manchester United F.C. Os portistas venceram esse jogo por 4-0 com um “hat-trick” de Duda e ainda um golo apontado por Oliveira. Na segunda-mão disputada em Manchester, os ingleses venceram por 5-2 o que não foi suficiente para impedir que o F.C. Porto estivesse na eliminatória seguinte. Em 1978/79, Duda voltou a deixar o seu nome na história dos Dragões ao apontar um dos quatro golos com que o F.C. Porto venceu os gregos do AEK Atenas na 2ª mão da 1ª eliminatória da Taça dos Clubes Campeões Europeus, na primeira vitória dos portistas na prova máxima de clubes organizada pela UEFA. Na temporada de 1979/80 Duda voltou a estar em destaque na Taça dos Clubes Campeões Europeus. Os Dragões defrontaram o A.C. Milan na 1ª eliminatória, o primeiro jogo foi disputado no Estádio das Antas e acabou empatado a zero. Na segunda-mão a equipa orientada por José Maria Pedroto carimbou o passaporte para a ronda seguinte através de um golo de Duda. Essa foi a primeira vitoria dos portistas fora de casa em jogos a contar para a Taça dos Clubes Campeões Europeus.
Na temporada de 1980/81 conquistou a Taça Associação de Futebol do Porto.
Ao serviço dos Dragões, Duda jogou durante 5 temporadas, conquistou 4 Títulos, disputou 148 partidas oficiais e marcou 53 golos.
Em 1981/82, Duda regressou ao V. Setúbal para aí jogar mais uma temporada para depois, em 1982/83, ingressar no C.F. Oliveira do Douro onde terminou a sua carreira no final dessa temporada.
Estreou-se a nivel profissional em 1970 jogando pelo S.C. Recife, clube que representou ainda em 1971.
No inicio da temporada de 1971/72 transferiu-se para o V. Setúbal treinado na altura por José Maria Pedroto. Na primeira temporada com a camisola dos sadinos, Duda foi vice-campeão e também o melhor marcador da equipa, “título” que conquistou também nas duas épocas seguintes sempre ao serviço do V. Setúbal.
Em 1975/76 rumou a Espanha para ingressar no Sevilha F.C.
Em 1976/77 chegou ao Futebol Clube do Porto onde reencontrou o técnico Pedroto.
a sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 4 de Setembro de 1976 no Estádio das Antas, quando os portistas receberam e venceram o Portimonense S.C. por 3-0. Duda ainda marcou o ultimo golo do jogo. a partida contou para a 1ª jornada do Campeonato Nacional de 1976/77.
Logo na primeira época de Dragão ao peito, Duda ajudou a conquistar a Taça de Portugal num jogo em que o F.C. Porto derrotou o S.C. Braga por 1-0 na Final disputada no Estádio Das Antas.
Nas duas temporadas seguintes sagrou-se Campeão Nacional e foi um dos principais jogadores do plantel portista.
Duda ficou também na memória dos adeptos pelos golos que marcou na primeira-mão da segunda eliminatória da Taça dos Vencedores das Taças, em Outubro de 1977, contra o Manchester United F.C. Os portistas venceram esse jogo por 4-0 com um “hat-trick” de Duda e ainda um golo apontado por Oliveira. Na segunda-mão disputada em Manchester, os ingleses venceram por 5-2 o que não foi suficiente para impedir que o F.C. Porto estivesse na eliminatória seguinte. Em 1978/79, Duda voltou a deixar o seu nome na história dos Dragões ao apontar um dos quatro golos com que o F.C. Porto venceu os gregos do AEK Atenas na 2ª mão da 1ª eliminatória da Taça dos Clubes Campeões Europeus, na primeira vitória dos portistas na prova máxima de clubes organizada pela UEFA. Na temporada de 1979/80 Duda voltou a estar em destaque na Taça dos Clubes Campeões Europeus. Os Dragões defrontaram o A.C. Milan na 1ª eliminatória, o primeiro jogo foi disputado no Estádio das Antas e acabou empatado a zero. Na segunda-mão a equipa orientada por José Maria Pedroto carimbou o passaporte para a ronda seguinte através de um golo de Duda. Essa foi a primeira vitoria dos portistas fora de casa em jogos a contar para a Taça dos Clubes Campeões Europeus.
Na temporada de 1980/81 conquistou a Taça Associação de Futebol do Porto.
Ao serviço dos Dragões, Duda jogou durante 5 temporadas, conquistou 4 Títulos, disputou 148 partidas oficiais e marcou 53 golos.
Em 1981/82, Duda regressou ao V. Setúbal para aí jogar mais uma temporada para depois, em 1982/83, ingressar no C.F. Oliveira do Douro onde terminou a sua carreira no final dessa temporada.
Palmarés
2 Campeonatos Nacionais da 1ª Divisão (Portugal)
1 Taça de Portugal
1 Taça Associação de Futebol do Porto
4 de abril de 2010
Artur
Artur Duarte de Oliveira nasceu no dia 27 de Dezembro de 1969 em Rio Branco, Brasil.
Iniciou-se no futebol no Rio Branco F.C., para em 1992 se estrear na equipa principal do Clube do Remo.
Foi nesse ano de 1992 que Artur rumou a Portugal para ingressar no Boavista F.C.. Nos axadrezados manteve-se durante quatro temporadas e conquistou 1 Supertaça Cândido de Oliveira logo na primeira época.
As exibições de Artur ao serviço dos axadrezados despertaram a atenção dos clubes mais importantes e no final da temporada de 1995/96 deixou o Bessa.
No início da temporada de 1996/97 transferiu-se para o Futebol clube do Porto.
A sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 18 de Agosto de 1996 no Estádio das Antas onde os portistas receberam e venceram o S.L. Benfica por 1-0, num jogo a contar para a 1ª mão da Supertaça Cândido de Oliveira, competição que os azuis e brancos venceram depois de nova vitória em Lisboa, um mês mais tarde, por 5-0.
Artur continuou a brilhar tanto a nível interno como nos jogos internacionais. Na Liga dos Campeões de 1996/97, esteve em grande principalmente em San Siro onde o F.C. Porto venceu o A.C. Milan por 3-2 com Artur a marcar o primeiro golo portista.
A nível interno sagrou-se Tri-Campeão ao serviço dos Dragões e venceu uma Taça de Portugal, onde foi o autor de um dos três golos com que os portistas venceram o S.C. Braga na final e ainda venceu 2 Supertaças Cândido de Oliveira.
No final da temporada de 1998/99 deixou o F.C. Porto. Conquistou 6 Títulos, disputou 92 partidas oficiais e marcou 20 golos.
Em 1999 voltou ao Brasil para jogar pelo Esporte Clube Vitória, onde foi Bi-Campeão baiano nas temporadas de 1999 e 2000 e conquistou uma Taça do Nordeste em 1999. Em 2001 Mudou-se para o Botafogo F.R.. Em 2002 passou pelo Figueirense F.C., para em 2004 regressar ao Clube do Remo onde ainda venceu mais um campeonato paraense no que foi a sua última época como jogador.
Em 2007 estreou-se como treinador pelo Rio Branco F.C. (tal como tinha acontecido como jogador), e venceu o Campeonato Estadual. Depois seguiu-se o C.M. Ananindeua, o Clube do Remo onde voltou a ganhar o Campeonato Estadual em 2008, depois o Castanhal E.C. e o São Raimundo E.C. onde venceu o Campeonato Brasileiro Serie D, seguiram-se o Cametá S.C., o Atlético Acreano, o Galvez E.C., o Rio Branco F.C., em 2017 passou a comandar o Bragantino C.P. e conquistou o Campeonato Paraense da 2ª Divisão, em 2018 regressou ao Clube do Remo.
Iniciou-se no futebol no Rio Branco F.C., para em 1992 se estrear na equipa principal do Clube do Remo.
Foi nesse ano de 1992 que Artur rumou a Portugal para ingressar no Boavista F.C.. Nos axadrezados manteve-se durante quatro temporadas e conquistou 1 Supertaça Cândido de Oliveira logo na primeira época.
As exibições de Artur ao serviço dos axadrezados despertaram a atenção dos clubes mais importantes e no final da temporada de 1995/96 deixou o Bessa.
No início da temporada de 1996/97 transferiu-se para o Futebol clube do Porto.
A sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 18 de Agosto de 1996 no Estádio das Antas onde os portistas receberam e venceram o S.L. Benfica por 1-0, num jogo a contar para a 1ª mão da Supertaça Cândido de Oliveira, competição que os azuis e brancos venceram depois de nova vitória em Lisboa, um mês mais tarde, por 5-0.
Artur continuou a brilhar tanto a nível interno como nos jogos internacionais. Na Liga dos Campeões de 1996/97, esteve em grande principalmente em San Siro onde o F.C. Porto venceu o A.C. Milan por 3-2 com Artur a marcar o primeiro golo portista.
A nível interno sagrou-se Tri-Campeão ao serviço dos Dragões e venceu uma Taça de Portugal, onde foi o autor de um dos três golos com que os portistas venceram o S.C. Braga na final e ainda venceu 2 Supertaças Cândido de Oliveira.
No final da temporada de 1998/99 deixou o F.C. Porto. Conquistou 6 Títulos, disputou 92 partidas oficiais e marcou 20 golos.
Em 1999 voltou ao Brasil para jogar pelo Esporte Clube Vitória, onde foi Bi-Campeão baiano nas temporadas de 1999 e 2000 e conquistou uma Taça do Nordeste em 1999. Em 2001 Mudou-se para o Botafogo F.R.. Em 2002 passou pelo Figueirense F.C., para em 2004 regressar ao Clube do Remo onde ainda venceu mais um campeonato paraense no que foi a sua última época como jogador.
Em 2007 estreou-se como treinador pelo Rio Branco F.C. (tal como tinha acontecido como jogador), e venceu o Campeonato Estadual. Depois seguiu-se o C.M. Ananindeua, o Clube do Remo onde voltou a ganhar o Campeonato Estadual em 2008, depois o Castanhal E.C. e o São Raimundo E.C. onde venceu o Campeonato Brasileiro Serie D, seguiram-se o Cametá S.C., o Atlético Acreano, o Galvez E.C., o Rio Branco F.C., em 2017 passou a comandar o Bragantino C.P. e conquistou o Campeonato Paraense da 2ª Divisão, em 2018 regressou ao Clube do Remo.
3 Campeonatos Nacionais da 1ª Divisão (Portugal)
1 Taça de Portugal
2 Supertaças Cândido de Oliveira
2 Campeonatos da Bahia
1 Campeonato Estadual
1 Taça do Nordeste
Palmarés como treinador
1 Campeonato Brasileiro Serie D
3 Campeonatos estaduais
21 de março de 2010
Walsh
Michael Anthony Walsh nasceu no dia 13 de Agosto de 1954 em Chorley, Lancarshire; Republica da Irlanda.
Começou a jogar futebol no clube da sua terra, o Chorley F.C. até chegar a profissional com 18 anos, na época de 1972/73. Na temporada seguinte mudou de ares e passou a vestir a camisola do Blackpool F.C. clube onde permaneceu durante cinco temporadas e onde marcou 72 golos em 180 partidas disputadas, o que lhe valeu a transferência em 1978/79 para o Everton F.C., no entanto no clube de Liverpool acabou por não ser feliz e na época seguinte mudou-se para o Queens Park Rangers F.C. onde jogou durante dois anos.
no início da época de 1980/81 chegou ao Futebol Clube do Porto.
A sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 21 de Setembro de 1980 no Estádio do Bessa onde os portistas venceram o Boavista F.C. por 1-0, numa partida a valer para a 5ª jornada do Campeonato Nacional de 1980/81.
Representou o F.C. Porto durante seis temporadas onde apontou muitos golos, alguns deles importantes como o que marcou na Ucrânia frente ao F.C. Shakthar Donetsk para os quartos-de-final da Taça dos Clubes Vencedores das Taças de 1983/84 e que valeu a passagem do F.C. Porto às meias-finais da prova.
No total das seis épocas em que jogou de azul e branco, Walsh venceu dois Campeonatos Nacionais, uma Taça de Portugal, três Supertaças Cândido de Oliveira e duas Taças Associação de Futebol do Porto. disputou 123 jogos oficiais e marcou 56 golos.
Em 1986/87 transferiu-se para o S.C. Salgueiros, seguiu-se o S.C. Espinho em 1987/88 e na época seguinte representou o Rio Ave F.C., onde terminou a sua carreira de futebolista.
Walsh teve também oportunidade de representar a Selecção da Irlanda por 21 ocasiões onde apontou 3 golos, um deles contra a U.R.S.S. que valeu a vitória dos irlandeses por 1-0 e que deu a qualificação para o Mundial de Futebol de 1986 no México.
Mike Walsh é actualmente agente de jogadores e esteve directamente ligado à transferência de Paulo Ferreira do V. Setúbal para o FC Porto em 2002.
Começou a jogar futebol no clube da sua terra, o Chorley F.C. até chegar a profissional com 18 anos, na época de 1972/73. Na temporada seguinte mudou de ares e passou a vestir a camisola do Blackpool F.C. clube onde permaneceu durante cinco temporadas e onde marcou 72 golos em 180 partidas disputadas, o que lhe valeu a transferência em 1978/79 para o Everton F.C., no entanto no clube de Liverpool acabou por não ser feliz e na época seguinte mudou-se para o Queens Park Rangers F.C. onde jogou durante dois anos.
no início da época de 1980/81 chegou ao Futebol Clube do Porto.
A sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 21 de Setembro de 1980 no Estádio do Bessa onde os portistas venceram o Boavista F.C. por 1-0, numa partida a valer para a 5ª jornada do Campeonato Nacional de 1980/81.
Representou o F.C. Porto durante seis temporadas onde apontou muitos golos, alguns deles importantes como o que marcou na Ucrânia frente ao F.C. Shakthar Donetsk para os quartos-de-final da Taça dos Clubes Vencedores das Taças de 1983/84 e que valeu a passagem do F.C. Porto às meias-finais da prova.
No total das seis épocas em que jogou de azul e branco, Walsh venceu dois Campeonatos Nacionais, uma Taça de Portugal, três Supertaças Cândido de Oliveira e duas Taças Associação de Futebol do Porto. disputou 123 jogos oficiais e marcou 56 golos.
Em 1986/87 transferiu-se para o S.C. Salgueiros, seguiu-se o S.C. Espinho em 1987/88 e na época seguinte representou o Rio Ave F.C., onde terminou a sua carreira de futebolista.
Walsh teve também oportunidade de representar a Selecção da Irlanda por 21 ocasiões onde apontou 3 golos, um deles contra a U.R.S.S. que valeu a vitória dos irlandeses por 1-0 e que deu a qualificação para o Mundial de Futebol de 1986 no México.
Mike Walsh é actualmente agente de jogadores e esteve directamente ligado à transferência de Paulo Ferreira do V. Setúbal para o FC Porto em 2002.
Palmarés
2 Campeonatos Nacionais da 1ª Divisão (Portugal)
1 Taça de Portugal
3 Supertaças Cândido de Oliveira
2 Taças Associação de Futebol do Porto
14 de março de 2010
Campo da Constituição
O Campo da Constituição foi o segundo recinto do Futebol Clube do Porto, que foi inaugurado no dia 1 de Janeiro de 1913.
Na assembleia-geral do dia 12 de Julho de 1912 foi dado o aval para a construção do campo, num terreno alugado por 350 escudos por ano.
A sede do clube passou a funcionar na Constituição em Novembro de 1912, e apesar da data de inauguração ter sido no dia 1 de Janeiro de 1913, a inauguração oficial foi entre os dias 26 e 28 do mesmo mês.
Em 1914 foi inaugurado no mesmo espaço um ringue de patinagem, que deu lugar a um campo de ténis, três anos mais tarde.
Com o decorrer dos anos e com o crescimento do Futebol Clube do Porto, o Campo da Constituição acabou por ser insuficiente para as necessidades do clube que por diversas vezes teve que recorrer ao Estádio do Lima.
Durante quase meio século, o Campo da Constituição foi palco de encontros inesquecíveis. Por lá passaram o R.C. Celta de Vigo, Real Madrid F.C., Real Múrcia C.F., R.C. Deportiva Corunha (entre outros), sempre com muitas histórias para contar.
Em 1952 o F.C. Porto passou para o novo Estádio das Antas. No entanto o Campo da Constituição nunca deixou de servir o clube.
Durante anos a fio foi “berço dos mais jovens talentos futebolísticos” e assistiu-se, no seu primeiro ringue de cimento, a grandes duelos de hóquei em patins, voleibol, andebol e basquetebol, tudo modalidades de casa sempre cheia.
Seguindo a máxima de que na vida “nada se perde, tudo se transforma” o velhinho Campo da Constituição de piso poeirento e bancadas de madeira, transformou-se numa moderna Constituição, onde continua a desempenhar na plenitude, o seu papel primordial de tantos anos, que é o de servir o futebol de formação e as escolas de futebol Dragon Force.
Na assembleia-geral do dia 12 de Julho de 1912 foi dado o aval para a construção do campo, num terreno alugado por 350 escudos por ano.
A sede do clube passou a funcionar na Constituição em Novembro de 1912, e apesar da data de inauguração ter sido no dia 1 de Janeiro de 1913, a inauguração oficial foi entre os dias 26 e 28 do mesmo mês.
Em 1914 foi inaugurado no mesmo espaço um ringue de patinagem, que deu lugar a um campo de ténis, três anos mais tarde.
Com o decorrer dos anos e com o crescimento do Futebol Clube do Porto, o Campo da Constituição acabou por ser insuficiente para as necessidades do clube que por diversas vezes teve que recorrer ao Estádio do Lima.
Durante quase meio século, o Campo da Constituição foi palco de encontros inesquecíveis. Por lá passaram o R.C. Celta de Vigo, Real Madrid F.C., Real Múrcia C.F., R.C. Deportiva Corunha (entre outros), sempre com muitas histórias para contar.
Em 1952 o F.C. Porto passou para o novo Estádio das Antas. No entanto o Campo da Constituição nunca deixou de servir o clube.
Durante anos a fio foi “berço dos mais jovens talentos futebolísticos” e assistiu-se, no seu primeiro ringue de cimento, a grandes duelos de hóquei em patins, voleibol, andebol e basquetebol, tudo modalidades de casa sempre cheia.
Seguindo a máxima de que na vida “nada se perde, tudo se transforma” o velhinho Campo da Constituição de piso poeirento e bancadas de madeira, transformou-se numa moderna Constituição, onde continua a desempenhar na plenitude, o seu papel primordial de tantos anos, que é o de servir o futebol de formação e as escolas de futebol Dragon Force.
7 de março de 2010
Afonso Pinto de Magalhães
Afonso Pinto de Magalhães nasceu no dia 31 de Março de 1913.
Foi o 29º Presidente do Futebol Clube do Porto, entre 1967 a 1972.
Homem ligado aos negócios, começou com uma casa de câmbios na Praça das Flores que mais tarde transformou no Banco Pinto de Magalhães. Ainda colaborou com a Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto e com o Círculo de Cultura Teatral. Foi também Afonso Pinto de Magalhães que lançou o Lar do Comércio, uma instituição que apoiava a Terceira Idade.
Como dirigente do F.C. Porto começou por ser Presidente do Concelho Fiscal em 1955/56 e 1965/66.
Foi ele o responsável pela vinda de Dorival Yustrich.
Em 1965 o clube estava afundado em dívidas e Pinto de Magalhães mais Cesário Bonito e Ponciano Serrano conseguiram atenuar essas dívidas.
Em 1967 assumiu a presidência do clube e logo trata de organizar uma campanha com a finalidade de chegar aos trinta mil sócios, isto quando o F.C. Porto não tinha nem vinte mil. Passados apenas alguns meses o objectivo estava alcançado.
Foi no seu mandato que foram construídas as piscinas, os pavilhões e a sala de troféus, sem esquecer o mausoléu do clube no cemitério de Agramonte onde repousam muitas das antigas glórias do F.C. Porto.
No entanto no futebol não conseguiu atingir o sucesso esperado e viu apenas a conquista de uma Taça de Portugal em 1968 no estádio do Jamor contra o V. Setúbal.
Em 1972 deu o seu lugar ao Dr. Américo de Sá.
No ano de 1975 viajou até ao Brasil e por lá permaneceu até 1979, altura em que regressou a Portugal e juntamente com Belmiro de Azevedo fundou a Sonae.
Faleceu no dia 29 de Janeiro de 1984.
Foi o 29º Presidente do Futebol Clube do Porto, entre 1967 a 1972.
Homem ligado aos negócios, começou com uma casa de câmbios na Praça das Flores que mais tarde transformou no Banco Pinto de Magalhães. Ainda colaborou com a Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto e com o Círculo de Cultura Teatral. Foi também Afonso Pinto de Magalhães que lançou o Lar do Comércio, uma instituição que apoiava a Terceira Idade.
Como dirigente do F.C. Porto começou por ser Presidente do Concelho Fiscal em 1955/56 e 1965/66.
Foi ele o responsável pela vinda de Dorival Yustrich.
Em 1965 o clube estava afundado em dívidas e Pinto de Magalhães mais Cesário Bonito e Ponciano Serrano conseguiram atenuar essas dívidas.
Em 1967 assumiu a presidência do clube e logo trata de organizar uma campanha com a finalidade de chegar aos trinta mil sócios, isto quando o F.C. Porto não tinha nem vinte mil. Passados apenas alguns meses o objectivo estava alcançado.
Foi no seu mandato que foram construídas as piscinas, os pavilhões e a sala de troféus, sem esquecer o mausoléu do clube no cemitério de Agramonte onde repousam muitas das antigas glórias do F.C. Porto.
No entanto no futebol não conseguiu atingir o sucesso esperado e viu apenas a conquista de uma Taça de Portugal em 1968 no estádio do Jamor contra o V. Setúbal.
Em 1972 deu o seu lugar ao Dr. Américo de Sá.
No ano de 1975 viajou até ao Brasil e por lá permaneceu até 1979, altura em que regressou a Portugal e juntamente com Belmiro de Azevedo fundou a Sonae.
Faleceu no dia 29 de Janeiro de 1984.
28 de fevereiro de 2010
Pinho
Manuel Henriques de Pinho nasceu no dia 21 de Setembro de 1929 em Oliveira de Azeméis.
Iniciou-se no futebol nas camadas jovens do U.D. Oliveirense e em 1948/49 integrou o plantel sénior tendo assumido desde logo a titularidade.
Em 1949/50 foi contratado pelo Futebol Clube do Porto.
A sua estreia de Dragão ao peito aconteceu no dia 21 de Março de 1954 no Campo da Tapadinha em Lisboa onde os portistas foram empatar 3-3 com o Atlético C.P. numa partida a contar para a 21ª jornada do Campeonato Nacional da época de 1953/54.
Começou por encontrar a forte concorrência de Barrigana. Enquanto esteve tapado na equipa de futebol principal do F.C. Porto pelo célebre "Mãos de Ferro", o jovem Pinho acedeu ao convite de Manuel Dias Saúde, seccionista no andebol do clube azul e branco, para integrar a equipa de andebol de 7. Com muitos e reconhecidos méritos, Pinho acabou sendo um notável guarda-redes da equipa de andebol, sagrando-se Campeão Regional e Nacional naquela modalidade ao serviço do F.C. Porto em 1953/54.
Com a chegada do treinador Dorival Yustrich ao comando técnico dos Dragões, em 1955, Pinho assumiu a titularidade e foi fundamental para a conquista do Campeonato Nacional de 1955/56, tal como na vitória da Taça de Portugal da mesma temporada.
Numa deslocação ao Brasil pelo F.C. Porto, Pinho foi apelidado de “Rato do Maracanã” devido às suas fantásticas defesas que realizou contra o Fluminense F.C.. Muito corajoso e arrojado na forma como se fazia pés dos adversários e muito rápido na execução de defesas, o guarda-redes Pinho surpreendia também pela sua agilidade quase felina e na forma repentista e rápida de actuar, capaz de protagonizar milagrosas intervenções. No período mais conturbado e indefinido da sua carreira no F.C. Porto, Pinho revelou-se sempre com um amplo espírito competitivo e crença nas suas capacidades. Era aplicado e nos treinos estava sempre pronto a aprender com os mais velhos e ajudar na progressão dos mais novos.
Pinho jogou no F.C. Porto até ao final da época de 1958/59 praticamente sempre como guarda-redes titular dos azuis e brancos. Nesse período venceu novamente a Taça de Portugal na temporada de 1957/58 numa final frente ao S.L. Benfica, que os portistas, venceram por 1-0.
Em 1958/59, Pinho voltou a sagrar-se Campeão Nacional, no que foi a sua última temporada com a camisola dos Dragões.
Ao serviço do F.C. Porto, Pinho conquistou 6 títulos e disputou 87 partidas oficiais.
Na temporada de 1959/60 transferiu-se para o V. Guimarães. Representou ainda o S.C. Salgueiros, Atlético C.P. e Lusitano F.C. de Vildemoinhos.
Posteriormente Pinho emigrou para França onde viveu durante muitos anos e onde viria a falecer.
Iniciou-se no futebol nas camadas jovens do U.D. Oliveirense e em 1948/49 integrou o plantel sénior tendo assumido desde logo a titularidade.
Em 1949/50 foi contratado pelo Futebol Clube do Porto.
A sua estreia de Dragão ao peito aconteceu no dia 21 de Março de 1954 no Campo da Tapadinha em Lisboa onde os portistas foram empatar 3-3 com o Atlético C.P. numa partida a contar para a 21ª jornada do Campeonato Nacional da época de 1953/54.
Começou por encontrar a forte concorrência de Barrigana. Enquanto esteve tapado na equipa de futebol principal do F.C. Porto pelo célebre "Mãos de Ferro", o jovem Pinho acedeu ao convite de Manuel Dias Saúde, seccionista no andebol do clube azul e branco, para integrar a equipa de andebol de 7. Com muitos e reconhecidos méritos, Pinho acabou sendo um notável guarda-redes da equipa de andebol, sagrando-se Campeão Regional e Nacional naquela modalidade ao serviço do F.C. Porto em 1953/54.
Com a chegada do treinador Dorival Yustrich ao comando técnico dos Dragões, em 1955, Pinho assumiu a titularidade e foi fundamental para a conquista do Campeonato Nacional de 1955/56, tal como na vitória da Taça de Portugal da mesma temporada.
Numa deslocação ao Brasil pelo F.C. Porto, Pinho foi apelidado de “Rato do Maracanã” devido às suas fantásticas defesas que realizou contra o Fluminense F.C.. Muito corajoso e arrojado na forma como se fazia pés dos adversários e muito rápido na execução de defesas, o guarda-redes Pinho surpreendia também pela sua agilidade quase felina e na forma repentista e rápida de actuar, capaz de protagonizar milagrosas intervenções. No período mais conturbado e indefinido da sua carreira no F.C. Porto, Pinho revelou-se sempre com um amplo espírito competitivo e crença nas suas capacidades. Era aplicado e nos treinos estava sempre pronto a aprender com os mais velhos e ajudar na progressão dos mais novos.
Pinho jogou no F.C. Porto até ao final da época de 1958/59 praticamente sempre como guarda-redes titular dos azuis e brancos. Nesse período venceu novamente a Taça de Portugal na temporada de 1957/58 numa final frente ao S.L. Benfica, que os portistas, venceram por 1-0.
Em 1958/59, Pinho voltou a sagrar-se Campeão Nacional, no que foi a sua última temporada com a camisola dos Dragões.
Ao serviço do F.C. Porto, Pinho conquistou 6 títulos e disputou 87 partidas oficiais.
Na temporada de 1959/60 transferiu-se para o V. Guimarães. Representou ainda o S.C. Salgueiros, Atlético C.P. e Lusitano F.C. de Vildemoinhos.
Posteriormente Pinho emigrou para França onde viveu durante muitos anos e onde viria a falecer.
Palmarés
2 Campeonatos Nacionais da 1ª Divisão (Portugal)
2 Taças de Portugal
2 Taças Associação de Futebol do Porto
21 de fevereiro de 2010
Taça Arsenal
No dia 6 de Maio de 1948 escreveu-se uma das mais brilhantes páginas da história do Futebol Clube do Porto.
Os Dragões receberam a visita do Arsenal F.C. de Londres que se deslocou a Portugal para realizar duas partidas de carácter particular. O primeiro jogo foi no estádio Nacional no dia 3 de Maio contra o S.L. Benfica em que os ingleses venceram por 4-0. Não faltou quem dissesse após o jogo que se em Lisboa os ingleses tinha ganho por 4-0, no Porto iriam vencer por muitos mais. Mas a história iria ser bem diferente.
Nesse dia 6 de Maio, a cidade do Porto vestiu-se de gala para receber aquela que era considerada por muitos como a melhor equipa do mundo na altura. No estádio do Lima, o F.C. Porto agigantou-se e aos 20 minutos de jogo vencia por 3-0 com golos apontados por Araújo e dois de Correia Dias. O Arsenal F.C. ainda reduzio a desvantagem para 3-2, no entanto não foram capazes de impedir a grande vitória do Futebol Clube do Porto.
Foi um resultado e um jogo que aqueles que tiveram o privilégio de assistir de certeza que nunca esqueceram. De modo que um ano depois desse jogo, um grupo de sócios e adeptos portistas trataram de angariar fundos para a construção de um troféu digno daquela vitória para depois o oferecer ao F.C. Porto.
O majestoso troféu foi concebido na Ourivesaria Aliança e desenhado pelos escultores Marinho Brito e Albano França. O troféu consiste em duas peças, um relicário e uma taça totalmente de prata.
O relicário que pesa cerca de 120 quilos e mede 2,80 metros, é uma espécie de caixa assente em quatro dragões de prata, com quatro portas de cristal. O relicário é rematado com um grupo escultório constituído por uma figura de atleta, de joelho em terra, dominando um leão, que tem uma bola junto dele. Na mão direita o atleta ergue um facho, enquanto que na mão esquerda segura a bandeira do F.C. Porto. Por detrás dele, dominando toda a peça, a figura da vitória.
A taça de prata é constituída por três figuras esculturais de mulher, erguendo-se nas pontas dos pés, segurando a taça, circundada por três dragões dominados por três atletas que procuram alcançá-la para beberem dela o vinho da vitória.
Na sua construção gastaram-se 130 quilos de prata.
Para a concretização desse troféu, que era o maior em todo o mundo, os portistas gastaram cerca de 200 mil escudos, na antiga moeda em 1949, o que foi uma fortuna.
Ficam os nomes dos 6 impulsionadores desse projecto: Eduardo Soares, José Moreira, Ivo Araújo, Manuel Ferreira, Elói da Silva e Torcato Plácido.
Os Dragões receberam a visita do Arsenal F.C. de Londres que se deslocou a Portugal para realizar duas partidas de carácter particular. O primeiro jogo foi no estádio Nacional no dia 3 de Maio contra o S.L. Benfica em que os ingleses venceram por 4-0. Não faltou quem dissesse após o jogo que se em Lisboa os ingleses tinha ganho por 4-0, no Porto iriam vencer por muitos mais. Mas a história iria ser bem diferente.
Nesse dia 6 de Maio, a cidade do Porto vestiu-se de gala para receber aquela que era considerada por muitos como a melhor equipa do mundo na altura. No estádio do Lima, o F.C. Porto agigantou-se e aos 20 minutos de jogo vencia por 3-0 com golos apontados por Araújo e dois de Correia Dias. O Arsenal F.C. ainda reduzio a desvantagem para 3-2, no entanto não foram capazes de impedir a grande vitória do Futebol Clube do Porto.
Foi um resultado e um jogo que aqueles que tiveram o privilégio de assistir de certeza que nunca esqueceram. De modo que um ano depois desse jogo, um grupo de sócios e adeptos portistas trataram de angariar fundos para a construção de um troféu digno daquela vitória para depois o oferecer ao F.C. Porto.
O majestoso troféu foi concebido na Ourivesaria Aliança e desenhado pelos escultores Marinho Brito e Albano França. O troféu consiste em duas peças, um relicário e uma taça totalmente de prata.
O relicário que pesa cerca de 120 quilos e mede 2,80 metros, é uma espécie de caixa assente em quatro dragões de prata, com quatro portas de cristal. O relicário é rematado com um grupo escultório constituído por uma figura de atleta, de joelho em terra, dominando um leão, que tem uma bola junto dele. Na mão direita o atleta ergue um facho, enquanto que na mão esquerda segura a bandeira do F.C. Porto. Por detrás dele, dominando toda a peça, a figura da vitória.
A taça de prata é constituída por três figuras esculturais de mulher, erguendo-se nas pontas dos pés, segurando a taça, circundada por três dragões dominados por três atletas que procuram alcançá-la para beberem dela o vinho da vitória.
Na sua construção gastaram-se 130 quilos de prata.
Para a concretização desse troféu, que era o maior em todo o mundo, os portistas gastaram cerca de 200 mil escudos, na antiga moeda em 1949, o que foi uma fortuna.
Ficam os nomes dos 6 impulsionadores desse projecto: Eduardo Soares, José Moreira, Ivo Araújo, Manuel Ferreira, Elói da Silva e Torcato Plácido.
14 de fevereiro de 2010
Ademir
Ademir Vieira nasceu no dia 21 de Outubro de 1951 em São Paulo; Brasil.
Estreou-se a nível profissional no Esporte Clube Santo André, até que foi contratado pelo S.C. Olhanense no início da época de 1972/73.
Em 1975/76 transferiu-se para o Futebol Clube do Porto.
A estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 7 de Setembro de 1975 no Estádio das Antas quando os portistas receberam e venceram o União de Tomar por 6-1, num jogo a contar para a jornada inaugural do Campeonato Nacional de 1975/76.
Na temporada de 1976/77 conquistou a Taça de Portugal. O F.C. Porto venceu na final o S.C. Braga por 1-0. Ademir apesar de não ter sido utilizado nesse jogo, participou em 4 partidas e marcou 2 golos na caminhada que levou os portistas até ao Jamor.
Mas foi na época de 1977/78 que Ademir entrou na história dos Dragões e nunca mais saiu da memória de todos os portistas que o viram vestido de azul e branco. Nessa temporada o F.C. Porto sagrou-se Campeão Nacional e foi Ademir o autor do golo que fez as bancadas do Estádio das Antas explodirem de alegria quando apontou o golo que empatou o jogo aos 83 minutos contra o S.L. Benfica na antepenúltima jornada do campeonato e que valeu o Título Nacional, que foi confirmado 15 dias mais tarde.
No final da época em que se sagrou Campeão Nacional, Ademir deixou o F.C. Porto. Representou os portistas durante 3 temporadas, conquistou 2 Títulos, disputou 68 partidas oficiais e marcou 26 golos.
Na temporada de 1978/79 esteve com um pé no Boavista F.C. mas acabou por viajar para Espanha onde representou o R.C. Celta de Vigo durante cinco épocas. Em 1983/84 regressou a Portugal e ao S.C. Olhanense. Depois ainda passou pelo Louletano D.C. e terminou a carreira no Imortal D.C. em 1987.
Estreou-se a nível profissional no Esporte Clube Santo André, até que foi contratado pelo S.C. Olhanense no início da época de 1972/73.
Em 1975/76 transferiu-se para o Futebol Clube do Porto.
A estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 7 de Setembro de 1975 no Estádio das Antas quando os portistas receberam e venceram o União de Tomar por 6-1, num jogo a contar para a jornada inaugural do Campeonato Nacional de 1975/76.
Na temporada de 1976/77 conquistou a Taça de Portugal. O F.C. Porto venceu na final o S.C. Braga por 1-0. Ademir apesar de não ter sido utilizado nesse jogo, participou em 4 partidas e marcou 2 golos na caminhada que levou os portistas até ao Jamor.
Mas foi na época de 1977/78 que Ademir entrou na história dos Dragões e nunca mais saiu da memória de todos os portistas que o viram vestido de azul e branco. Nessa temporada o F.C. Porto sagrou-se Campeão Nacional e foi Ademir o autor do golo que fez as bancadas do Estádio das Antas explodirem de alegria quando apontou o golo que empatou o jogo aos 83 minutos contra o S.L. Benfica na antepenúltima jornada do campeonato e que valeu o Título Nacional, que foi confirmado 15 dias mais tarde.
No final da época em que se sagrou Campeão Nacional, Ademir deixou o F.C. Porto. Representou os portistas durante 3 temporadas, conquistou 2 Títulos, disputou 68 partidas oficiais e marcou 26 golos.
Na temporada de 1978/79 esteve com um pé no Boavista F.C. mas acabou por viajar para Espanha onde representou o R.C. Celta de Vigo durante cinco épocas. Em 1983/84 regressou a Portugal e ao S.C. Olhanense. Depois ainda passou pelo Louletano D.C. e terminou a carreira no Imortal D.C. em 1987.
Palmarés
1 Campeonato Nacional da 1ª Divisão (Portugal)
1 Taça de Portugal
7 de fevereiro de 2010
Kulkov
Vassily Sergeyevich Kulkov nasceu no dia 11 de Junho de 1966 em Moscovo, Rússia.
Estreou-se como futebolista profissional em 1986 no F.C. Presnya de Moscovo. Em 1988 mudou-se para o F.C. Alania de Vladikavkaz e em 1989 foi contratado pelo F.K. Spartak Moscovo onde jogou durante quatro temporadas e venceu o campeonato da U.R.S.S. em 1989.
Chegou a Portugal no início da temporada de 1991/92 para vestir a camisola do S.L. Benfica. Representou o clube de Lisboa durante três épocas onde venceu a Taça de Portugal de 1992/93 e o Campeonato Nacional de 1993/94.
Na temporada seguinte foi contratado pelo Futebol clube do Porto.
A sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 11 de Setembro de 1994 no Estádio das Antas, onde os portistas receberam e venceram o C.F. União da Madeira por 3-0, num jogo a contar para a 3ª jornada do Campeonato Nacional de 1994/95.
Kulkov rapidamente ganhou a titularidade na equipa orientada por Bobby Robson e no final da temporada festejou mais um título de Campeão Nacional e a conquista da Supertaça Cândido de Oliveira, ao derrotar o S.L. Benfica por 1-0 no jogo da finalíssima disputado em Paris.
No final dessa época deixou o F.C. Porto. Disputou 27 partidas, marcou 2 golos e conquistou 2 Títulos. Nas Antas apenas esteve um ano mas deixou espalhada a sua classe nos relvados nacionais e é hoje ainda um jogador recordado pelos adeptos portistas.
Em 1994/95 regressou à Rússia e ao F.C. Spartak Moscovo. Em 1995/96 Kulkov voltou a deixar a Rússia para se mudar para Inglaterra onde representou o Millwall F.C.. Voltou novamente à Rússia e mais uma vez ao F.C. Spartak Moscovo em 1996 e vence a Liga Russa. No ano seguinte transferiu-se para o F.C. Zenit onde esteve durante dois anos. Em 1999 mudou-se para o F.K. Krylya Sovetov de Samara. No início da temporada de 1999/2000 regressou a Portugal para ingressar no F.C. Alverca, onde teve a companhia do seu compatriota Sergei Ovchinnikov. No final dessa temporada Kulkov colocou um ponto final na sua carreira de futebolista.
Kulkov vestiu também a camisola da Selecção da Rússia por 21 vezes e marcou 4 golos.
Em 2002/03, estreou-se como treinador-adjunto no F.C. Maritimo Velense. Regressou depois à Russia onde manteve o mesmo cargo no F.K. Krimi em 2003, depois no F.K. Tom Tomsk em 2005, seguiu-se o F.K. Lokomotiv Moscovo em 2007 e entre 2009 e 2012 esteve na equipa B do F.K. Spartak Moscovo onde continuou a ser adjunto, passando no ano seguinte para a equipa de sub-21.
Estreou-se como futebolista profissional em 1986 no F.C. Presnya de Moscovo. Em 1988 mudou-se para o F.C. Alania de Vladikavkaz e em 1989 foi contratado pelo F.K. Spartak Moscovo onde jogou durante quatro temporadas e venceu o campeonato da U.R.S.S. em 1989.
Chegou a Portugal no início da temporada de 1991/92 para vestir a camisola do S.L. Benfica. Representou o clube de Lisboa durante três épocas onde venceu a Taça de Portugal de 1992/93 e o Campeonato Nacional de 1993/94.
Na temporada seguinte foi contratado pelo Futebol clube do Porto.
A sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 11 de Setembro de 1994 no Estádio das Antas, onde os portistas receberam e venceram o C.F. União da Madeira por 3-0, num jogo a contar para a 3ª jornada do Campeonato Nacional de 1994/95.
Kulkov rapidamente ganhou a titularidade na equipa orientada por Bobby Robson e no final da temporada festejou mais um título de Campeão Nacional e a conquista da Supertaça Cândido de Oliveira, ao derrotar o S.L. Benfica por 1-0 no jogo da finalíssima disputado em Paris.
No final dessa época deixou o F.C. Porto. Disputou 27 partidas, marcou 2 golos e conquistou 2 Títulos. Nas Antas apenas esteve um ano mas deixou espalhada a sua classe nos relvados nacionais e é hoje ainda um jogador recordado pelos adeptos portistas.
Em 1994/95 regressou à Rússia e ao F.C. Spartak Moscovo. Em 1995/96 Kulkov voltou a deixar a Rússia para se mudar para Inglaterra onde representou o Millwall F.C.. Voltou novamente à Rússia e mais uma vez ao F.C. Spartak Moscovo em 1996 e vence a Liga Russa. No ano seguinte transferiu-se para o F.C. Zenit onde esteve durante dois anos. Em 1999 mudou-se para o F.K. Krylya Sovetov de Samara. No início da temporada de 1999/2000 regressou a Portugal para ingressar no F.C. Alverca, onde teve a companhia do seu compatriota Sergei Ovchinnikov. No final dessa temporada Kulkov colocou um ponto final na sua carreira de futebolista.
Kulkov vestiu também a camisola da Selecção da Rússia por 21 vezes e marcou 4 golos.
Em 2002/03, estreou-se como treinador-adjunto no F.C. Maritimo Velense. Regressou depois à Russia onde manteve o mesmo cargo no F.K. Krimi em 2003, depois no F.K. Tom Tomsk em 2005, seguiu-se o F.K. Lokomotiv Moscovo em 2007 e entre 2009 e 2012 esteve na equipa B do F.K. Spartak Moscovo onde continuou a ser adjunto, passando no ano seguinte para a equipa de sub-21.
Palmarés
2 Campeonatos Nacionais da 1ª Divisão (Portugal)
1 Campeonato da União Soviética
1 Taça de Portugal
1 Taça da Russia
1 Supertaça Cândido de Oliveira
31 de janeiro de 2010
Quaresma
Ricardo Andrade Quaresma Bernardo nasceu no dia 26 de Setembro de 1983 em Lisboa.
Começou por jogar futebol aos 7 anos no Desportivo Domingos Sávio de Campo de Ourique. Aos 13 anos mudou para os sub-15 do Sporting C.P. e na temporada de 2000/01, com 17 anos estreou-se na equipa principal. Na época seguinte, ainda em Alvalade, sagrou-se pela primeira vez Campeão Nacional e conquistou a sua primeira Taça de Portugal. A temporada de 2002/03 apenas trouxe a vitória na Supertaça Cândido de Oliveira, no entanto no final dessa época apareceu o F.C. Barcelona que o levou para Espanha, no clube da Catalunha não se conseguiu impor, perdeu a confiança do treinador e acabou por deixar blaugranas no final dessa temporada de 2003/04.
No início da época de 2004/05 foi contratado pelo Futebol Clube do Porto.
A sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 20 de Agosto de 2004 no Estádio Cidade de Coimbra, onde os portistas venceram o S.L. Benfica por 1-0, no jogo da Supertaça Cândido de Oliveira de 2004/05. A estreia de Quaresma não poderia ter sido melhor já que foi ele o autor do golo que valeu a conquista do troféu.
Depois da vitória na Supertaça Cândido de Oliveira, ajudou a conquistar a Taça Intercontinental ao vencer os colombianos do C.D. Once Caldas, Campeões Sul-Américanos. A nível nacional, foi eleito o futebolista do ano.
Na temporada de 2005/06 sagrou-se Campeão Nacional e ganhou a Taça de Portugal. Tal como no ano anterior, foi escolhido o melhor jogador nacional.
A época seguinte começou com mais uma Supertaça Cândido de Oliveira conquistada, depois dos Dragões derrotarem o V. Setubal por 3-0, e terminou com a obtenção de mais um Campeonato Nacional.
Em 2007/08 vence de novo o Campeonato Nacional, prova onde marca 8 golos.
No início da temporada de 2008/09 transferiu-se para o F.C. Inter de Milão, onde conquistou o Campeonato de Itália. Em Fevereiro de 2009 rumou a Inglaterra, emprestado pelo clube italiano, para representar o Chelsea F.C. Apenas disputou 5 encontros mas ainda esteve na vitória da Taça de Inglaterra. Em 2009/10 regressou ao F.C. Inter de Milão e voltou a vencer o Campeonato de Itália, ganhou ainda a Taça de Itália e conquistou a Liga dos Campeões. Em 2010/11 rumou à Turquia para representar o Besiktas J.K. onde conquistou a Taça da Turquia na primeira época ao serviço do clube de Istambul. Já em Janeiro de 2013 e quando não era tido em conta pelo clube turco, rescindiu o contrato e ingressou no Al-Ahli Club, do Dubai, clube que representou até ao final do ano de 2013 tendo ganho a President´s Cup.
Em Janeiro de 2014 regressou ao F.C. Porto.
Provou que ainda tinha muito para dar. Não conquistou nenhum título neste seu regresso mas deixou a sua marca em muitas partidas, como por exemplo no jogo contra o F.C. Bayern Munique que os Dragões venceram por 3-1 na primeira mão dos quartos-de-final da Liga dos Campeões de 2014/15 e foi o autor de dois golos.
No final da temporada de 2014/2015 deixou os Dragões. Ao serviço do F.C. Porto, Quaresma jogou cinco épocas e meia, disputou 224 jogos oficiais, marcou 49 golos e conquistou 7 Títulos.
No início da época de 2015/16 rumou de novo à Turquia para voltar ao Besiktas J.K. tendo vencido o Campeonato da Turquia no final dessa época, título que repetiu na temporada seguinte. No inicio da época de 2019/20 transferiu-se para o Kasimpasa F.K.
Quaresma já representou a Selecção de Portugal por 80 vezes e marcou 10 golos. Esteve presente no Campeonato do Mundo de 2018 e nos Campeonatos da Europa de 2008, 2012 e 2016, este ultimo disputado em França e onde Portugal se sagrou Campeão da Europa.
Começou por jogar futebol aos 7 anos no Desportivo Domingos Sávio de Campo de Ourique. Aos 13 anos mudou para os sub-15 do Sporting C.P. e na temporada de 2000/01, com 17 anos estreou-se na equipa principal. Na época seguinte, ainda em Alvalade, sagrou-se pela primeira vez Campeão Nacional e conquistou a sua primeira Taça de Portugal. A temporada de 2002/03 apenas trouxe a vitória na Supertaça Cândido de Oliveira, no entanto no final dessa época apareceu o F.C. Barcelona que o levou para Espanha, no clube da Catalunha não se conseguiu impor, perdeu a confiança do treinador e acabou por deixar blaugranas no final dessa temporada de 2003/04.
No início da época de 2004/05 foi contratado pelo Futebol Clube do Porto.
A sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 20 de Agosto de 2004 no Estádio Cidade de Coimbra, onde os portistas venceram o S.L. Benfica por 1-0, no jogo da Supertaça Cândido de Oliveira de 2004/05. A estreia de Quaresma não poderia ter sido melhor já que foi ele o autor do golo que valeu a conquista do troféu.
Depois da vitória na Supertaça Cândido de Oliveira, ajudou a conquistar a Taça Intercontinental ao vencer os colombianos do C.D. Once Caldas, Campeões Sul-Américanos. A nível nacional, foi eleito o futebolista do ano.
Na temporada de 2005/06 sagrou-se Campeão Nacional e ganhou a Taça de Portugal. Tal como no ano anterior, foi escolhido o melhor jogador nacional.
A época seguinte começou com mais uma Supertaça Cândido de Oliveira conquistada, depois dos Dragões derrotarem o V. Setubal por 3-0, e terminou com a obtenção de mais um Campeonato Nacional.
Em 2007/08 vence de novo o Campeonato Nacional, prova onde marca 8 golos.
No início da temporada de 2008/09 transferiu-se para o F.C. Inter de Milão, onde conquistou o Campeonato de Itália. Em Fevereiro de 2009 rumou a Inglaterra, emprestado pelo clube italiano, para representar o Chelsea F.C. Apenas disputou 5 encontros mas ainda esteve na vitória da Taça de Inglaterra. Em 2009/10 regressou ao F.C. Inter de Milão e voltou a vencer o Campeonato de Itália, ganhou ainda a Taça de Itália e conquistou a Liga dos Campeões. Em 2010/11 rumou à Turquia para representar o Besiktas J.K. onde conquistou a Taça da Turquia na primeira época ao serviço do clube de Istambul. Já em Janeiro de 2013 e quando não era tido em conta pelo clube turco, rescindiu o contrato e ingressou no Al-Ahli Club, do Dubai, clube que representou até ao final do ano de 2013 tendo ganho a President´s Cup.
Em Janeiro de 2014 regressou ao F.C. Porto.
Provou que ainda tinha muito para dar. Não conquistou nenhum título neste seu regresso mas deixou a sua marca em muitas partidas, como por exemplo no jogo contra o F.C. Bayern Munique que os Dragões venceram por 3-1 na primeira mão dos quartos-de-final da Liga dos Campeões de 2014/15 e foi o autor de dois golos.
No final da temporada de 2014/2015 deixou os Dragões. Ao serviço do F.C. Porto, Quaresma jogou cinco épocas e meia, disputou 224 jogos oficiais, marcou 49 golos e conquistou 7 Títulos.
No início da época de 2015/16 rumou de novo à Turquia para voltar ao Besiktas J.K. tendo vencido o Campeonato da Turquia no final dessa época, título que repetiu na temporada seguinte. No inicio da época de 2019/20 transferiu-se para o Kasimpasa F.K.
Quaresma já representou a Selecção de Portugal por 80 vezes e marcou 10 golos. Esteve presente no Campeonato do Mundo de 2018 e nos Campeonatos da Europa de 2008, 2012 e 2016, este ultimo disputado em França e onde Portugal se sagrou Campeão da Europa.
Palmarés
1 Campeonato da Europa de Selecções
1 Taça Intercontinental
1 Liga dos Campeões
4 Campeonatos Nacionais da 1ª Divisão (Portugal)
2 Campeonatos de Itália
2 Campeonatos da Turquia
2 Taças de Portugal
1 Taça de Inglaterra
1 Taça de Itália
1 Taça da Turquia
3 Supertaças Cândido de Oliveira
24 de janeiro de 2010
Emerson
Emerson Moisés Costa nasceu no dia 12 de Abril de 1972 no Rio de Janeiro.
Começou por jogar futebol no C.R. Flamengo, mas rapidamente mudou-se para o Coritiba F.C.. Com apenas 19 anos chegou a Portugal em 1991 para representar o C.F. Belenenses. No clube de Belém permaneceu durante duas temporadas e depressa passou a despertar a cobiça dos grandes clubes portugueses.
No inicío da época de 1994/95 ingressou no Futebol clube do Porto.
A sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 17 de Agosto de 1994 no Estádio Municipal de Coimbra, onde os portistas venceram o S.L. Benfica por 4-3, após prolongamento e nos penaltis, num jogo a contar para a finalíssima da Supertaça Cândido de Oliveira.
Na equipa orientada por Bobby Robson, Emerson começou desde logo por se impor e rapidamente ganhou um lugar no meio campo portista. Foi Campeão Nacional por duas vezes e venceu a Supertaça Cândido de Oliveira igualmente por duas ocasiões.
Ao serviço do F.C. Porto, Emerson jogou durante duas temporadas, conquistou 4 Títulos, disputou 89 jogos oficiais e marcou 11 golos.
Em 1996/97 transferiu-se para o futebol inglês e passou a defender as cores do Middlesbrough F.C.. A meio da temporada seguinte mudou-se para o C.D. Tenerife e já em 2000/01 ingressou no R.C. Deportivo Coruña onde permaneceu duas temporadas e onde venceu a Supertaça de Espanha (2000) e a Taça de Espanha (2001/2002). Em 2002/03 foi contratado pelo Atlético de Madrid e na época seguinte rumou ao Rangers F.C., para regressar ao Brasil em 2004 onde vestiu a camisola do C.R. Vasco da Gama durante dois anos. Ainda em 2005, os gregos do A.C. Skoda Xanthi conseguiram os seus serviços mas apenas por meio ano já que o A.E.K. de Atenas acabou por atrair o jogador. Em 2007/08 Emerson voltou a mudar de clube, desta vez para representar o APOEL de Nicósia. Esteve no Chipre durante uma temporada para voltar ao Brasil ainda em 2008 para ingressar no Madureira S.C. do Rio de Janeiro e onde terminou a sua carreira.
Começou por jogar futebol no C.R. Flamengo, mas rapidamente mudou-se para o Coritiba F.C.. Com apenas 19 anos chegou a Portugal em 1991 para representar o C.F. Belenenses. No clube de Belém permaneceu durante duas temporadas e depressa passou a despertar a cobiça dos grandes clubes portugueses.
No inicío da época de 1994/95 ingressou no Futebol clube do Porto.
A sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 17 de Agosto de 1994 no Estádio Municipal de Coimbra, onde os portistas venceram o S.L. Benfica por 4-3, após prolongamento e nos penaltis, num jogo a contar para a finalíssima da Supertaça Cândido de Oliveira.
Na equipa orientada por Bobby Robson, Emerson começou desde logo por se impor e rapidamente ganhou um lugar no meio campo portista. Foi Campeão Nacional por duas vezes e venceu a Supertaça Cândido de Oliveira igualmente por duas ocasiões.
Ao serviço do F.C. Porto, Emerson jogou durante duas temporadas, conquistou 4 Títulos, disputou 89 jogos oficiais e marcou 11 golos.
Em 1996/97 transferiu-se para o futebol inglês e passou a defender as cores do Middlesbrough F.C.. A meio da temporada seguinte mudou-se para o C.D. Tenerife e já em 2000/01 ingressou no R.C. Deportivo Coruña onde permaneceu duas temporadas e onde venceu a Supertaça de Espanha (2000) e a Taça de Espanha (2001/2002). Em 2002/03 foi contratado pelo Atlético de Madrid e na época seguinte rumou ao Rangers F.C., para regressar ao Brasil em 2004 onde vestiu a camisola do C.R. Vasco da Gama durante dois anos. Ainda em 2005, os gregos do A.C. Skoda Xanthi conseguiram os seus serviços mas apenas por meio ano já que o A.E.K. de Atenas acabou por atrair o jogador. Em 2007/08 Emerson voltou a mudar de clube, desta vez para representar o APOEL de Nicósia. Esteve no Chipre durante uma temporada para voltar ao Brasil ainda em 2008 para ingressar no Madureira S.C. do Rio de Janeiro e onde terminou a sua carreira.
Palmarés
2 Campeonatos Nacionais da 1ª Divisão (Portugal)
2 Supertaça Cândido de Oliveira
1 Taça de Espanha
1 Supertaça de Espanha
10 de janeiro de 2010
Semedo
José Orlando Vinha Rocha Semedo nasceu no dia 5 de Março de 1965 em Ovar.
Começou a praticar futebol no S.C. Esmoriz com 13 anos, passou depois pelo C.D. Feirense até chegar aos juvenis do Futebol clube do Porto em 1980/81.
No início da temporada de 1983/84 foi lançado no plantel de seniores dos portistas pelo então treinador José Maria Pedroto. A sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 6 de Novembro de 1983 no Estádio das Antas onde os portistas receberam e venceram o G.C. Alcobaça por 5-0, com Semedo a estrear-se a marcar golos ao apontar o ultimo do jogo que contou para a 2ª eliminatória da Taça de Portugal de 1983/84.
Semedo manteve-se durante 13 épocas ao serviço do F.C. Porto onde se sagrou Campeoão Nacional por oito vezes, ganhou por quatro ocasiões a Taça de Portugal, seis Supertaças Cândido de Oliveira e uma Taça Associação de Futebol do Porto. Mas as vitórias mais saborosas foram as conquistas internacionais, como a Taça dos Clubes Campeões Europeus, a Taça Intercontinental e a Supertaça Europeia.
No final da época de 1995/96 deixou os Dragões. De azul e branco, Semedo conquistou 22 Títulos, disputou 313 partidas oficiais e marcou 47 golos.
Na temporada de 1997/98 ingressou no S.C. Salgueiros onde jogou durante mais 2 épocas, até terminar a carreira em 1998/99.
Em 2010/11 regressou ao F.C. Porto para integrar a equipa técnica dos sub-17, depois de na época anterior ter passado pelo Padroense F.C.. Em 2011/12 foi um dos adjuntos de Vitor Pereira na equipa principal dos Dragões, já em 2012/13 desempenhou semelhante função na equipa B portista, a partir de 2016 passou a treinador adjunto dos sub-19 azuis e brancos.
Começou a praticar futebol no S.C. Esmoriz com 13 anos, passou depois pelo C.D. Feirense até chegar aos juvenis do Futebol clube do Porto em 1980/81.
No início da temporada de 1983/84 foi lançado no plantel de seniores dos portistas pelo então treinador José Maria Pedroto. A sua estreia com a camisola dos Dragões aconteceu no dia 6 de Novembro de 1983 no Estádio das Antas onde os portistas receberam e venceram o G.C. Alcobaça por 5-0, com Semedo a estrear-se a marcar golos ao apontar o ultimo do jogo que contou para a 2ª eliminatória da Taça de Portugal de 1983/84.
Semedo manteve-se durante 13 épocas ao serviço do F.C. Porto onde se sagrou Campeoão Nacional por oito vezes, ganhou por quatro ocasiões a Taça de Portugal, seis Supertaças Cândido de Oliveira e uma Taça Associação de Futebol do Porto. Mas as vitórias mais saborosas foram as conquistas internacionais, como a Taça dos Clubes Campeões Europeus, a Taça Intercontinental e a Supertaça Europeia.
No final da época de 1995/96 deixou os Dragões. De azul e branco, Semedo conquistou 22 Títulos, disputou 313 partidas oficiais e marcou 47 golos.
Na temporada de 1997/98 ingressou no S.C. Salgueiros onde jogou durante mais 2 épocas, até terminar a carreira em 1998/99.
Em 2010/11 regressou ao F.C. Porto para integrar a equipa técnica dos sub-17, depois de na época anterior ter passado pelo Padroense F.C.. Em 2011/12 foi um dos adjuntos de Vitor Pereira na equipa principal dos Dragões, já em 2012/13 desempenhou semelhante função na equipa B portista, a partir de 2016 passou a treinador adjunto dos sub-19 azuis e brancos.
Palmarés
1 Taça Campeões Europeus
1 Taça Intercontinental
1 Supertaça Europeia
8 Campeonatos Nacionais da 1ª Divisão (Portugal)
4 Taças de Portugal
6 Supertaças Cândido de Oliveira
1 Taça Associação de Futebol do Porto
3 de janeiro de 2010
Campo da Raínha
Na Rua da Rainha (com a implementação da Republica passou a chamar-se Rua de Antero Quental), existiam uns terrenos com certa de 50x30 metros, alugados à Companhia Hortícola Portuense para viveiro de plantas. José Monteiro da Costa, homem inteligente e que vivia nas traseiras daqueles terrenos, sabia da existência de um talhão deixado ao abandono e que muito jeito faria ao seu Grupo do Destino se lhe fosse cedido. Nesse espaço, dava para construir um “parque de jogos” e ainda se podia aproveitar um velho casinhoto, que depois de restaurado dava um belo balneário. Assim colocou pés ao caminho e apresentou uma proposta que recebeu luz verde de imediato. Estava assim o problema resolvido.
Porém, com a extinção do Grupo do Destino e o aparecimento em seu lugar do ambicioso Futebol Clube do Porto, já aquele espaço para pouco servia.
Acontece então um lance de pura sorte. A Companhia Hortícola Portuense transferiu os seus viveiros para outras paragens e ficou ali à mão de semear um espaço enorme sem utilidade imediata.
Mais uma vez José Monteiro da Costa entrou em acção conseguindo que todo o terreno fosse alugado ao F.C. Porto por 1.200 reis ao ano e que logo se fizessem obras.
Depois de terminadas as obras, o F.C. Porto ficou com um complexo desportivo de elevado nível na altura, que dispunha de um amplo vestiário, balneários, arrecadações e ainda um bufete.
Os recintos de jogos eram a jóia da coroa. Com um campo para cricket. Foi construído um ginásio onde havia paralelas, barras fixas, pesos, halteres, traves fixas, argolas e trapézios. Existia também um esplêndido cort de ténis e ainda um relvado para atletismo com caixa de saltos (em comprimento e altura), lançamento de pesos, etc.
A sul ficava o terreno destinado à prática de futebol (relvado). Monteiro da Costa vira em Inglaterra os estádios com relva e não lhe passava pela cabeça voltar a jogar em pelados. O campo tinha as medidas máximas e no máximo do comprimento, dos dois lados, uma fila de bancos assentos em tijolos pintados de branco (era a bancada), que acomodava cerca de 500 a 600 pessoas. Ao centro do terreno, do lado poente, erguia-se uma tribuna majestosa destinada aos convidados de honra.
O campo da Rainha, assim vestido com novas roupagens, viria a ficar para sempre ligado à história do Futebol Clube do Porto e do futebol nacional. Foi naquele campo que se disputou o primeiro encontro internacional de futebol em Portugal, no dia 15 de Dezembro de 1907 quando o F.C. Porto recebeu o Real Fortuna de Vigo. O resultado foi de 4-1 favorável aos portistas que foram os seguintes: Soares, o guarda-redes; Dumont Vilares, Brugmann, Romualdo Torres, Ernesto Sá, António Pinheiro, Ramos, Antunes Lemos, John James, Catullo Gada e Edward d´Almeida. Dado o sucesso desse primeiro encontro, o Real Fortuna de Vigo convidou o Futebol Clube do Porto para um segundo jogo no dia 12 de Janeiro de 1908, cujo resultado se desconhece. O F.C. Porto tornou-se assim o primeiro clube nacional a disputar um jogo no estrangeiro.
Porém, com a extinção do Grupo do Destino e o aparecimento em seu lugar do ambicioso Futebol Clube do Porto, já aquele espaço para pouco servia.
Acontece então um lance de pura sorte. A Companhia Hortícola Portuense transferiu os seus viveiros para outras paragens e ficou ali à mão de semear um espaço enorme sem utilidade imediata.
Mais uma vez José Monteiro da Costa entrou em acção conseguindo que todo o terreno fosse alugado ao F.C. Porto por 1.200 reis ao ano e que logo se fizessem obras.
Depois de terminadas as obras, o F.C. Porto ficou com um complexo desportivo de elevado nível na altura, que dispunha de um amplo vestiário, balneários, arrecadações e ainda um bufete.
Os recintos de jogos eram a jóia da coroa. Com um campo para cricket. Foi construído um ginásio onde havia paralelas, barras fixas, pesos, halteres, traves fixas, argolas e trapézios. Existia também um esplêndido cort de ténis e ainda um relvado para atletismo com caixa de saltos (em comprimento e altura), lançamento de pesos, etc.
A sul ficava o terreno destinado à prática de futebol (relvado). Monteiro da Costa vira em Inglaterra os estádios com relva e não lhe passava pela cabeça voltar a jogar em pelados. O campo tinha as medidas máximas e no máximo do comprimento, dos dois lados, uma fila de bancos assentos em tijolos pintados de branco (era a bancada), que acomodava cerca de 500 a 600 pessoas. Ao centro do terreno, do lado poente, erguia-se uma tribuna majestosa destinada aos convidados de honra.
O campo da Rainha, assim vestido com novas roupagens, viria a ficar para sempre ligado à história do Futebol Clube do Porto e do futebol nacional. Foi naquele campo que se disputou o primeiro encontro internacional de futebol em Portugal, no dia 15 de Dezembro de 1907 quando o F.C. Porto recebeu o Real Fortuna de Vigo. O resultado foi de 4-1 favorável aos portistas que foram os seguintes: Soares, o guarda-redes; Dumont Vilares, Brugmann, Romualdo Torres, Ernesto Sá, António Pinheiro, Ramos, Antunes Lemos, John James, Catullo Gada e Edward d´Almeida. Dado o sucesso desse primeiro encontro, o Real Fortuna de Vigo convidou o Futebol Clube do Porto para um segundo jogo no dia 12 de Janeiro de 1908, cujo resultado se desconhece. O F.C. Porto tornou-se assim o primeiro clube nacional a disputar um jogo no estrangeiro.
27 de dezembro de 2009
José Monteiro da Costa
José Monteiro da Costa nasceu em 1882 na cidade do Porto.
Em 1906 regressou de Inglaterra fascinado pelo mesmo desporto que encantara António Nicolau de Almeida há mais de uma década e resolveu criar uma equipa de futebol. Foi então que o seu amigo e anterior presidente lhe falou do projecto que iniciara em 1893, e José Monteiro da Costa não hesitou.
Membro de uma associação denominada Grupo do Destino, sugeriu aos seus colegas que embarcassem com ele na aventura, ao que a maioria acedeu. Terminava o Grupo do Destino e renascia o Futebol Clube do Porto, em Agosto de 1906, assumindo desde logo uma faceta de clube ecléctico, no qual se praticavam também atletismo, boxe, cricket, halterofilismo, pólo aquático e natação.
As cores escolhidas para o clube foram o azul e branco, as mesmas cores da então bandeira nacional e não as cores da bandeira da cidade porque e segundo José Monteiro da Costa: "O Futebol Clube do Porto não se limitaria a defender apenas o nome da cidade e haveria de levar o nome de Portugal em lutas desportivas contra outros clubes estrangeiros".
Foi durante a sua presidencial que o F.C. Porto obteve a primeira vitória contra um clube estrangeiro quando no dia 3 de Abril de 1910 derrotou os espanhóis do Real Fortuna de Vigo por 2-1, o que foi ao mesmo tempo a primeira vitória de uma equipa portuguesa contra outra equipa internacional.
José Monteiro da Costa faleceu no dia 30 de Janeiro de 1911.
Em 1906 regressou de Inglaterra fascinado pelo mesmo desporto que encantara António Nicolau de Almeida há mais de uma década e resolveu criar uma equipa de futebol. Foi então que o seu amigo e anterior presidente lhe falou do projecto que iniciara em 1893, e José Monteiro da Costa não hesitou.
Membro de uma associação denominada Grupo do Destino, sugeriu aos seus colegas que embarcassem com ele na aventura, ao que a maioria acedeu. Terminava o Grupo do Destino e renascia o Futebol Clube do Porto, em Agosto de 1906, assumindo desde logo uma faceta de clube ecléctico, no qual se praticavam também atletismo, boxe, cricket, halterofilismo, pólo aquático e natação.
As cores escolhidas para o clube foram o azul e branco, as mesmas cores da então bandeira nacional e não as cores da bandeira da cidade porque e segundo José Monteiro da Costa: "O Futebol Clube do Porto não se limitaria a defender apenas o nome da cidade e haveria de levar o nome de Portugal em lutas desportivas contra outros clubes estrangeiros".
Foi durante a sua presidencial que o F.C. Porto obteve a primeira vitória contra um clube estrangeiro quando no dia 3 de Abril de 1910 derrotou os espanhóis do Real Fortuna de Vigo por 2-1, o que foi ao mesmo tempo a primeira vitória de uma equipa portuguesa contra outra equipa internacional.
José Monteiro da Costa faleceu no dia 30 de Janeiro de 1911.
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