25 de abril de 2010

Carlos Alberto Silva

Carlos Alberto Silva nasceu no dia 14 de Agosto de 1939 em Bom Jardim de Minas, no estado de Minas Gerais no Brasil.
Formou-se na Universidade Federal de Minas Gerais em educação física e em 1978 estreou-se como treinador pelo Guarani F.C. Na temporada de 1978/79 levou o clube de Campinas à vitória no campeonato brasileiro, o que é um feito inédito até aos dias de hoje.
Depois passou pelo São Paulo F.C., Atlético M.G., Santa Cruz F.C., Sport C.R., Cruzeiro E.C. Em 1987/88 foi o técnico da Selecção do Brasil e conquistou a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987.
Em 1990/91 rumou ao Japão para orientar o F.C. Nippon Tokyo Verdy tendo-se sagrado Campeão do Japão.
Em 1991/92 chegou a Portugal para comandar a equipa do Futebol Clube do Porto. No final dessa temporada sagrou-se Campeão Nacional. Na temporada seguinte começou por conquistar a Supertaça Cândido de Oliveira e terminou a vencer novamente o Campeonato Nacional.
Regressou em 1993/94 ao Brasil para treinar o Cruzeiro E.C. Depois o S.C. Corinthians e o S.E. Palmeiras. Em 1996/97 voltou à Europa, desta vez para viajar até Espanha onde orientou o R.C. Deportivo de La Coruña. Voltou novamente ao Brasil para comandar o Goiás E.C. Seguiu-se o regresso ao Guarani F.C. com uma passagem pelo Santos F.C. pelo meio. Em 2002/03 regressou ao campeonato português para treinar o C.D. Santa Clara dos Açores onde esteve durante duas temporadas. Voltou depois ao Brasil onde ainda treinou o América F.C. e o Atlético, ambas as equipas de Minas Gerais.
No final da temporada de 2004/05 deu por terminada a sua carreira de treinador.
Faleceu no dia 20 de Janeiro de 2017.

Palmarés
2 Campeonatos Nacionais da 1ª Divisão (Portugal)
1 Supertaça Cândido de Oliveira
3 Campeonatos Pernambucano
2 Campeonatos Paulistas
1 Campeonato do Brasil
1 Campeonato do Japão
1 Campeonato Mineiro
1 Medalha de Ouro Jogos Pan-Americanos

3 comentários:

dragao vila pouca disse...

Carlos Alberto Silva, dois campeonatos, o primeiro com uma segunda volta notável, que começou com uma vitória magnífica e com dez homens em Alvalade.
Segunda campeonato, com um futebol ao nível do pior Jesualdo, o título esteve tremido, mas acabou por cair para o lado do Dragão, em Aveiro, com um grande golo de Timofte. Era rijo, não tinha medo de nada e quem lhe pisasse os calos levava troco. Talvez por isso e mesmo sendo Bi-campeão, acabou por sair.

Um abraço

Anónimo disse...

LABAREDAS

Um a menos e um a mais

Assim vai a liga portuguesa, com grande parte a assobiar para o lado e muita, mas mesmo muita, poeira no ar.

Em semana de «clássico», duas notas para meditar: Falcao fica «fora de jogo» por ter tocado casualmente e em queda na cara de um adversário, depois de sofrer, em simultâneo, uma falta violenta de Ricardo Silva e uma segunda carga perigosa; Maxi Pereira pode jogar, pois Lucílio Baptista poupou-o à expulsão, após entrada «a matar» sobre um jogador do Olhanense que, pasme-se, até António Rola considerou merecedora de «vermelho».

O Labaredas, porém, já não estranha nada. Este é o ano de todos os devaneios. Mas regista, tal como todos os adeptos do FC Porto. Chega-se a um ponto em que tudo se confunde e esquece. Violência, virilidade, isenção, decoro... Sobram os pasquins do regime para nos fazer rir. Tudo o resto é, inequivocamente, muito triste.

Anónimo disse...

Por acaso gostava do CAS. Era um homem sério e o Porto não jogava assim tão mal. Acho que foi com ele que ganhamos 1-0 ao Benfica naquele célebre jogo do nevoeiro.

RS